A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra

A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra

Abaixo temos um link de um video sobre o processo onde a matéria tranformada em ‘coisas’, objetos, mas também em lixo, e mudando a vida das pessoas e planetas.
E, por que um video sobre isso num site de espiritualidade feminina?
Pois bem, a matéria no mundo físico é a polaridade feminina, a ação física sobre a matéria, é masculina.
Isso não tem a ver com homem ou mulher, pois, como já sabemos, o feminino e masculino são partes tanto da mulher, como do homem.
A matéria é constituída de elementos essenciais, que na Sabedoria Perene chamamos de elementos ou ‘buthas’, são os constituintes sutis da matéria: terra, água, fogo e ar. Se pensarmos em termos qualitativos e em química, diríamos que a matéria é constituída de elementos químicos, porém tais elementos tem em sua constituição estes ‘buthas’ ou elementos essenciais. Estes elementos essenciais são vibrações de energia já bem densa, são emananções, manifestações mais densas das Shaktis, os poderes essenciais que dão origem a tudo o que existe, as mães do mundo!
Todos estes elementos estão em proporções diferenciadas em cada tipo de matéria e em cada coisa e objeto material.
Em nossa civilização atual a forma de lidarmos com a matéria, ou seja, a forma como cuidamos da matéria prima (o que se encontra na natureza) e como a transformamos (produção de ‘coisas’) é utilizando força, energia externa, ou seja precisamos utilizar de fogo, de força física para quebrar e unir novamente para formar um objeto. Nossa mente e nosso ser participa para um ação externa. porém, numa civilização anterior a nossa, a Atlante (todas as sabedorias antigas reportam sobre Atlantida, como continente que possuia uma civilização muito diferente da nossa, muito mais evoluída no uso de energia) a força usada para lidar com a matéria era interna, ou seja o fogo interno, o som, a vibração, com isso era possível quebrar e unir as coisas.
Por ser o poder interno, o poder usado na época, e por ser este poder, a polaridade feminina, a mulher possuía a sua grande autoridade sobre o como, o porque, o quando etc., assim, como o homem esteve a frente nesta civilização atual (chamada de Ariana), que necessita de força física, mais agressiva, usando, além do corpo físico, máquinas pesadas, combustíveis, energia extraída da matéria etc. Isso é de ordem masculina e também não seria ruim se não fosse realizado sem consciência, como o foi também na época da Atlântida. A falta de consciência na Atlântida levou ao caos e o fim, antes do tempo, daquela civilização. Foi tão terrível os acontecimentos que a vida da humanidade mudou completamente e as causas dos perigos foram secretamente guardados. Assim, como na atualidade, estamos chegando num ponto de grande destruição, onde o planeta ja está praticamente comprometido em uma grande porção. Só pode piorar se resolverem usar as bombas atômicas, aí terá o grande fim, como na Atlantida, porém agora o homem usando uma força interna de algo no próprio planeta.
No vídeo a seguir, trata-se mais do problema, em sua abordagem até mais científica e, um pouco social. E, apesar de muitos negarem, a espiritualidade tem um compromisso com a Verdade das verdades, mas esta verdade criar realidades, que mesmo que elas sejam permanentes e insatisfatórias, e não existem por si só, elas são filhas da verdade e o palco para a experiência evolutiva humana, e por isso a espiritualidade tem compromisso com ela.
Despertar a consciência é saber o que é verdadeiro e o que é realidade criada. Despertar é saber quem é autor e ator da peça a ser encenada, conhecer o script e mensagem principal do enredo. Mas despertar, não é sair de fininho do palco e ir pra paia nirvanica, como se faz pensar muitas vezes. Despertar é início do processo, onde agora sim você pode saber o que deve ser feito e realiziar o propósito a que veio neste mundo, de forma muito mais efetiva e eficiente, isso é iluminação ou autorealização.
Fazer deste mundo melhor, só é mais possível se formos seres ‘melhores’, mais conscientes, ou seja, despertos, libertos das amarras dos padrões mentais equivocados, do inconsciente ou ignorância básica, é não mais sofrer neste mundo, mas não é, necessariamente, ficar absorvido num nada. Poder ser absorvido num nada ou num tudo, não quer dizer ‘ficar alí’, em um ‘lugar’ a parte das realidades criadas ou fabricadas, mas significa ficar em tudo, tendo consciência de tudo, consciência da verdade e também das realidades criadas. Realizar as ‘realidades criadas’, fazer de uma possibilidade, uma realização é também nosso propósito, como humanos e como ‘centelhas divinas’.
Neste momento, estamos estão ‘trabalhando’ numa ‘realidade criada’ específica, nosso planeta terra. Um globo vivo, físico, com alguns continentes, dentro de um sistema solar que esta dentro de uma imensa galaxia, dentre diversas outras galáxias existentes. Então, diante deste cenário, não deveríamos pensar que é tão difícil assim. E se tivéssemos que trabalhar em um cenário, só um pouco maior, se em vez de termos a idéia dos continentes e oceanos num único e pequeno planeta (podia ser Netuno…), teríamos como palco todo o sistema solar e os planetas seriam como nossos continentes… Pois é e o ser humano ‘se acha’ , mesmo sem dar conta de que não consegue se responsabilizar pela até mesmo pela rua onde mora, nem condomínio etc.

Somos humanos e temos que ter consciência humana. Fazer as coisas sem pensar, sem se responsabilizar pelo que acontece com a gente mesmo, com nossa comunidade, com nosso planeta não é agir como humano, é agir com ‘consciência’ de rebanho. Um ser mais inteligente manipula os que tão a sua frente, estes vão sem contestação e os que vem atras vão junto só ‘ruminando’ o que já comeu…..

“Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz” ………….. Será???????

http://letras.mus.br/ze-ramalho/1127221/

História das Coisas – Versão brasileira por MaxKaos no Videolog.tv.

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