A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra

A TERRA OCA

A TERRA OCA E O DIÁRIO DO ALM. RICHARD BYRD
Fonte: http://misterios-desvendados.blogspot.com
 Teoria da Terra Ôca | Agartha
No início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. Uma dessas fotografias mostrava o Pólo Norte com um imenso buraco ou abertura para seu interior.
A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca e dos Ovins. Na revista Flying Saucers, de Junho de 1970, o editor e ufólogo Ray Palmer reproduziu as fotos do satélite ESSA-7 junto com um artigo em que ele abordava a questão dos Intraterrenos ou de uma civilização mais avançada do que a nossa desde há milhares de anos, bem conhecida de resto pelos lamas ou monges tibetanos.
O vice-almirante Richard E. Byrd da US NAVY foi um destemido aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, incluíndo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Entre 1946 e 1947, levou adiante a operação em grande escala chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1390000 km2 de território antártico. As famosas expedições de Byrd entraram pela primeira vez na controvérsia da Terra Oca quando vários artigos e livros, especialmente Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos), de Amadeo Giannini, afirmavam que Byrd na realidade não voou por cima do pólo, mas sim dentro dos grandes buracos que levam ao interior da Terra.
Ray Palmer, baseando-se principalmente no livro de Giannini, introduziu esta teoria no número de Dezembro de 1959 da sua revista e, por causa disso, manteve uma volumosa correspondência a respeito. Segundo Giannini e Palmer, o vice-almirante Byrd anunciou em fevereiro de 1947, após uma suposta viagem de 2750 km através do Pólo Norte: “Gostaria de ver a Terra além dos pólos”. Essa área além dos Pólos é o centro do grande enigma. Giannini e Palmer diziam também que, durante seu suposto vôo sobre o Pólo Norte em 1947, o vice-almirante Byrd comunicou por rádio que via abaixo dele, não neve, e sim áreas de terra com montanhas, bosques, vegetação, lagos e rios, e um estranho animal que parecia um mamute.
CIDADE DO ARCO-ÍRIS
Em janeiro de 1956, após dirigir outra expedição à Antártida, o vice-almirante Byrd manifestou que sua expedição havia explorado 3700 km além do Pólo Sul e, além disso, justo antes de sua morte, Byrd disse que a Terra além do Pólo era um continente encantado no céu, terra de mistério permanente. Essa terra, segundo outras teorias, era a legendária Cidade do Arco-Íris, berço de uma fabulosa civilização perdida.
Para Giannini e Palmer, os comentários atribuídos ao vice-almirante Byrd confirmaria o que eles sempre suspeitaram: que a Terra tem uma forma estranha no Pólos, algo parecido a um “donut”, com uma depressão que forma um buraco gigante que passa através do eixo da Terra, de um pólo a outro. Dado que, por razões geográficas, é impossível voar 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água. Parece lógico pensar que o vice-almirante Byrd deve ter voado dentro de enormes cavidades convexas dos pólos, dentro do Grande Enigma do interior da Terra e que, se tivesse seguido adiante, teria chegado na base secreta dos OVNI’s que pertencem à super-raça oculta, quem sabe a lendária Cidade do Arco-Íris que Byrd teria visto refletida no céu.
A possibilidade de que a Terra seja oca, que possa entrar nela através dos Pólos Norte e Sul, e de que civilizações secretas floresçam em seu interior tem aguçado a imaginação desde tempos atrás. Assim, o herói babilônio Gilgamesh visitou seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra; na mitologia grega, Orfeo tratou de resgatar Eurídice do inferno subterrâneo; dizia-se que os faraós do Egito comunicavam-se com o mundo inferior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides; e os budistas acreditavam (e acreditam todavia) que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.
O mundo científico não ficou imune desta teoría: Leornard Euler, um gênio matemático do século 18 deduziu que a Terra era oca, que continha um sol central e que estava habitada; e o doutor Edmund Halley, astrónomo real de Inglaterra no século 18, descobridor do cometa Halley, também acreditava que a Terra era oca e guardava em seu interior três pisos. Nenhuma destas teorias estavam sustentadas cientificamente, porém coincidiam com várias obras de ficção sobre o mesmo tema, onde dentre as mais importantes eram “As Aventuras de Arthur Gordon Pym”, de Edgar Alían Poe (1833), onde o herói e seu companheiro tem um terrível encontro com os seres do interior da Terra. E na Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne (1864), onde um professor aventureiro, seu sobrinho e um guia penetram no interior da Terra através de um vulcão extinto na Islândia, e encontram novos céus, mares e répteis gigantescos e pré-históricos que povoavam os bosques.
A crença de uma Terra Oca estava tão difundida que inclusive Edgar Rice Burroughs, o célebre autor de Tarzan, sentiu-se obrigado a escrever Tarzan nas Entranhas da Terra (1929), um mundo que encontra-se na superfície interior da Terra e que está iluminado por um sol central. A Sombra Além do Tempo (1936) de H.P. Lovercraft transportou o tema para a época atual, descrevendo uma raça antiga e subterrânea que dominou a Terra há 150 milhões de anos e que, desde então, refugiaram-se no interior da Terra, e inventaram aviões e veículos atômicos, e dominavam a viagem no tempo e a percepção extrasensorial. Estas e outras obras de ficção manteve vivo o interesse pela possibilidade da Terra ser oca e que esconde outras civilizações.
Assim, quando foram vistos os primeiros OVNI’s nos Estados Unidos em 1947 e a ufomania assolou o país primeiro e o mundo depois, surgiram duas teorias para explicá-los. Os OVNI’s deviam ser naves extraterrestres de alguma galáxia próxima, ou pertenciam a seres avançadíssimos que habitavam o interior da Terra. Estas teorias levaram a recuperar as lendas das civilizações perdidas da Atlântida e de Thule, e a crença de que esta última encontrava-se no Ártico (não confundir com Dundas, antes Thule, que hoje é uma base aérea dos Estados Unidos e centro de comunicação).
Acreditava-se também que outra possível fonte de procedência dos OVNI’s encontrava-se na Antártida. Esta teoria surgiu no convincente livro de John G. Fuller, A Viagem Interrompida (1966), onde o autor relata a história de Betty e Barney Hill, um casal americano que, durante um tratamento psiquiátrico devido a um inexplicável período de amnésia, recordaram através de hipnose que havíam sido raptados por extraterrestres, examinados no interior de um disco voador e informados que os extraterrestres tinham bases em toda a Terra, algumas no fundo do mar e pelo menos uma na Antártida.
Deste modo, quando Ray Palmer publicou sua controvertida teoria em 1970, os ufólogos e crentes na Terra Oca ficaram com a expectativa: tratava-se de provas conclusivas? Porém os argumentos que Palmer defendia revelaram-se extremamente suspeitos. Todas as investigações feitas desde então não confirmaram nenhuma das afirmações atribuídas por Giannini e Palmer ao vice-almirante Byrd; nem sequer confirmou-se seu vôo sobre o Pólo Norte em fevereiro de 1947 (o certo é que Byrd sobrevoou o pólo Sul nesta data, no transcurso da operação High Jump), inclusive supondo que Byrd teria feito tais comentários, o mais lógico é acreditar que “a terra além dos pólos” e o “grande Enigma” são formas de falar das regiões então inexploradas a continentes escondidos no interior da Terra, e que “o continente encantado no céu” era unicamente uma descrição de um fenômeno que acontece nas latitudes antárticas, uma espécie de reflexo que trás o reflexo de terras distantes.
Existem porém algumas pessoas que afirmam ter visto num noticiário, sobre a expedição de Richard Byrd ao Pólo Norte, onde se viam montanhas, árvores, rios e um grande animal identificado como um mamute. Uma mulher escreveu para Ray Palmer sobre esta notícia, assegurando mesmo que a havia visto em White Plains, New York, em 1929. Entretanto, este documentário não está registrado em nenhum arquivo. Será que se trata de uma artimanha do Governo dos Estados Unidos? Ou será que esse documentário nunca existiu?
Durante os anos 80 ocorreu um boato que um satélite espião militar norte-americano tirou várias fotografias sobre o pólo norte no exacto momento em que se abriu um buraco no pólo para dar passagem a uma nave desconhecida. Abaixo de nossos pés pode existir uma civilização inteira desconhecida.
O DIÁRIO DE RICHARD BYRD
O mais intrigante dos segredos que R. Byrd foi forçado a não revelar, impedido pelo governo dos EUA, seria conhecido anos depois de sua morte ocorrida em 1958. Ele escreveu suas memórias num Diário que foi encontrado e publicado no ano de 1992 e nele se lê o seguinte:
11 de Março de 1947 – «Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens».
30 de Dezembro de 1956 – «Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons… Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar. Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou! Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará… e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz… Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido».
De tudo o que se escreve e diz a este respeito, cada um tire sua própria conclusão.
Rui Palmela
VIAGEM À TERRA OCA
Em memória do Almirante Richard Byrd
 Desde a última parte do século XIX e principalmente na segunda metade do século XX que têm sido feitas muitas tentativas de comprovar a existência da “Terra Oca”,  tal como o tinha demonstrado o Almirante Richard Byrd nas suas expedições aos Polos (Norte e Sul) onde penetrou pelos mesmos, respectivamente 2.730 e 3.690 Km numa extensão para o interior da Terra onde viu não gelo nem neve,  mas sim vastas áreas de montanhas, florestas, vegetação, lagos e rios numa “Terra de Eterno Mistério” como dizia. Nas suas expedições feitas, respectivamente, nos anos de 1947 e 1956 ao Ártico e Antártica,  Byrd teria penetrado assim (ou adentrado) um total de 6.420 Km pelas concavidades polares que se estendem para o interior da Terra.
       Dado que por razões geográficas é impossível voar uma extensão de 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água ou gelo, parece lógico  que o vice-almirante Byrd deve ter voado adentrando o Planeta por enormes cavidades convexas dos pólos.
 Era para provar tudo isto que estava preparada uma nova expedição conjunta ao Polo Norte no ano de 2007, chefiada por norte-americanos mas com russos fazendo parte da equipa.
     A viagem estava preparada para o dia 4 de Julho a partir de Murmansk na Rússia, por mar, com retorno previsto para o dia 17 do mesmo mês, mas acabou por ficar adiada para 2008 por não terem sido reunidas as verbas necessárias para o efeito ou por outras razões. De resto nunca poderá ser bem sucedida se as intenções não forem de ordem espiritual, pois os dois paises em questão têm ambições desmedidas, mais de ordem material, havendo já disputas por causa do petróleo debaixo daquelas regiões geladas onde o Canadá também reclama seus direitos territoriais…
    Enfim,  já em 2006 a viagem tinha sido anulada pela morte repentina de um dos seus organizadores, o famoso expedicionista norte-americano Steve Currey  no dia 26 de Julho desse ano.
   Agora a equipa expedicionária seria constituida por 100 pessoas, abrangendo geólogos, geofísicos, geógrafos e biólogos, organizada pela Phoenix Science Foundation  no Estado de Kentucky (EUA), e a North Pole Inner Earth Expedition – NPIEE, que utilizaria o navio nuclear russo quebra-gelos, de nome Yamal, fretado para essa mesma finalidade.
  “Acreditamos que esta possa ser a maior expedição geológica da História do Mundo”, dizia o Presidente Brooks Agnew, da Phoenix, quando foi entrevistado sobre o assunto, acrescentando ainda que: «Chegámos ao fim de todos os dados conhecidos sobre a estrutura do planeta e ainda assim persiste a teoria de que os planetas são esferas ocas…  Estaremos formando uma equipa de cientistas e engenheiros para reunir e registar dados nunca vistos antes».
   A expedição contaria com 100 lugares no barco distribuidos do seguinte modo: 33 cientistas e engenheiros (é curioso o número pois é hermético); 15 cineastas e fotógrafos; 5 peritos de comunicação e técnicos em lincagem com satélite; 23 instrutores de Exopolítica e Embaixadores  (para estabelecer que tipo de relações diplomáticas e com quem); e  24 membros da equipa original.
      Tudo isto induz  a tirar três conclusões óbvias:
    1º – Que o governo dos EUA sabe da existência da “Terra Oca” e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, India, China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a “Terra Oca”, sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projecto saindo às pressas do país. «Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui. Tão-só adiantamos que não se penetra impunemente em casa alheia sem ser convidado», diz a Directoria da revista PAX da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é a maior parte das revelações deste artigo;
     2º – Que  o interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a “Terra Oca” a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. Os EUA como ‘donos’ do Mundo conhecido, desejariam é certo também ter algum domínio próprio do mundo desconhecido, se pudessem claro…
     3º – O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que “nunca houve dados de fonte alguma colectados desta área do nosso planeta”. Certamente sabe a verdade mas não pode dizê-la abertamente, pois seria algo como um reconhecimento público sobre um assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIS e suas origens (ou parte delas).
      Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1958), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer  voto de sigilo.  Esse Diário, porém,  foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluido do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.
      No Diário, Richard Byrd escreveria mesmo no dia 11 de Março de 1947, o seguinte:
     «Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens».
      No dia 30-12-1956, Byrd fez sua última anotação no mesmo Diário dizendo o seguinte:
      «Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons… Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar.  Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou!  Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará… e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz… Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido».
      Na verdade, muitos são os autores (ver aqui) que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilônio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra.  Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egipto comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.
Richard Byrd  terá visto o  Éden  terrestre ou o lugar do  ‘Paraiso’  há muito perdido?
Fica aqui mais esta dissertação,
Pausa para reflexão  Rui Palmela
AGARTHA E O DIARIO DO ALM. BYRD
‘’TODA VERDADE PASSA POR TRÊS ESTÁGIOS: PRIMEIRO, É RIDICULARIZADA. SEGUNDO, É VIOLENTAMENTE REJEITADA. TERCEIRO, É ACEITA COMO SENDO AUTO-EVIDENTE.’’ – ARTHUR SCHOPENHAUER
AGARTHA E O DIÁRIO SECRETO DO ALMIRANTE RICHARD E. BYRD
Richard Evelyn Byrd (25/10/1888 – 11/03/1957) Vice Almirante da Marinha dos EUA foi um aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, sobretudo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Foram cinco suas expedições ao continente austral/Antártida, entre a primeira de 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1.390.000 km2 de território antártico. Em 1955 realizou a expedição “Deep Freeze” também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o pólo austral em 1956.
Foi o primeiro piloto aviador a explorar os polos norte e sul no periodo de 1926 a 1947, ano este em que teria entrado em contato com uma Civilização superior no interior da Terra e faria a revelação mais fantástica da história da Humanidade no seu Diário que foi encontrado após sua morte em 1957, pois esteve impedido sob juramento militar de dizer ao mundo tudo o que viu e descobriu naquela “TERRA ALÉM DO POLO… AQUELE CENTRO DO GRANDE DESCONHECIDO”….
Aqui fica todo o relato de sua viagem nunca imaginada pela Humanidade do século XXI que só agora começa a despertar e a conhecer segredos que vão sendo desvelados ao mundo:
“A TERRA ALÉM DO PÓLO… AQUELE CENTRO DO GRANDE DESCONHECIDO”
BASE CAMPO ÁRTICO, Pólo Norte – 19/2/1947
06h – Completamos os preparativos para nosso vôo para o norte e estamos voando com os tanques cheios, ás 06:10.
06:20 – A mistura no motor de estibordo parecia estar muito rica, foram feitos os ajustes e os Pratt Whittneys estão funcionando suavemente.
07h – Radio check com o campo da base. Tudo está bem e a recepção via rádio é normal.
07:40 – Observado um pequeno vazamento de óleo no motor de estibordo, mas o indicador da pressão parece normal.
08h – Pequena turbulência vinda de leste numa altitude de 2321 pés; corrigido para 1700 pés; a turbulência acabou, mas aumenta o vento de popa; feito pequeno ajuste nos controles do acelerador e o avião está com desempenho muito bom.
08:15 – Radio check com o campo da base, situação normal.
08:30 – Nova turbulência; altitude aumentada para 2900 pés; vôo tranquilo novamente.
09:10 – Vastidão de gelo e neve abaixo, notando uma coloração amarelada; exame desse padrão de cor abaixo; notando também coloração avermelhada ou púrpura. Circulando esta área com duas voltas completas e voltando ao curso traçado. Checagem de posição novamente com a base do campo e transmitindo informação sobre as colorações no gelo e na neve abaixo. Bússola e giroscópio começando a girar e oscilar; estamos incapazes de manter nosso rumo pelos instrumentos. Orientando-nos pelo Sol, mas tudo ainda parece bem. Os controles parecem lentos em responder mas não há indicação de congelamento.
09:15 – Parece haver montanhas a distância.
09:49 – Já se passaram 29 minutos da primeira visão das montanhas; não é uma ilusão. São montanhas consistindo de uma pequena cadeia que nunca vi antes!
09:55 – Mudança de altitude para 2950 pés, encontrando forte turbulência outra vez.
10h – Estamos atravessando a pequena cadeia de montanhas e ainda indo para o norte da melhor maneira possível. Além da cadeia de montanhas está o que parece ser um vale com um pequeno rio correndo pelo meio. Não deveria haver um vale verde abaixo! Definitivamente, alguma coisa está errada e anormal aqui! Deveríamos estar sobre gelo e neve! Há grandes florestas nas encostas das montanhas. Nossos instrumentos de navegação ainda estão girando e o giroscópio está oscilando para trás e para a frente.
10:05 – Altero a altitude para 1400 pés e executo uma volta fechada para a esquerda, para examinar melhor o vale abaixo. É verde com musgo ou uma espécie de relva muito fechada. A luz aqui parece diferente. Já não vejo o Sol. Fizemos outra curva para a esquerda e vemos o que parece ser um grande animal abaixo de nós. Parece um elefante! Não! Parece mais um mamute! É inacreditável! Ainda assim, lá está ele! Diminuindo a altitude para 1000 pés e pegando binóculos para examinar melhor o animal. Confirmado – definitivamente é um animal semelhante a um mamute! Relatamos isso para a base.
10:30 – Encontrando mais colinas verdes ondulantes. O indicador de temperatura externa marca 74 graus Fahrenheit (23º Centigrados). Continuando agora o nosso curso. Os instrumentos de navegação agora parecem normais. Estou intrigado com seu desempenho. Tentativa de contactar a base. O rádio não está funcionando!
11:30 – O campo abaixo está mais plano e normal (se é que posso usar essa palavra). Adiante vemos o que parece ser uma cidade!! Isso é impossível! O avião parece leve ou estranhamente flutuante. Os controles se recusam a responder!! Meu DEUS!!! Ao lado de nossa asas, direita e esquerda, estão aeronaves de um tipo estranho. Estão se aproximando rapidamente! São em forma de discos e irradiam luz. Estão agora suficientemente perto para ver suas insígnias. São uma espécie de Swastika! Isso é fantástico. Onde estamos? O que aconteceu? Puxo os controles outra vez. Não respondem!!! Fomos apanhados por uma garra de algum tipo.
11:35 – Nosso rádio estala e uma voz fala em Inglês com o que talvez seja um ligeiro sotaque nórdico ou alemão! A mensagem é: “Bem vindo, Almirante, está em boas mãos”. Reparo que os motores de nosso avião pararam. O aparelho está sob algum controle estranho e está virando. Os controles são inúteis.
11:40 – Recebida outra mensagem pelo rádio. Começamos a aterrissagem agora e, em momentos o avião treme ligeiramente, e começa a descer, como se houvesse sido apanhado num enorme elevador invisível! O movimento para baixo é mínimo e tocamos o chão apenas com leve salto!
11.45 – Estou fazendo uma última anotação apressada no diário de vôo. Uma porção de homens se aproxima a pé de nossa aeronave. São altos com cabelo louro. À distância, pode-se ver uma grande cidade, reluzente, pulsando com matizes do arco-íris. Não sei o que nos acontecerá agora, mas não vejo sinais de armas nos que se aproximam. Ouço agora uma voz ordenando-me para abrir a porta. Eu obedeço.
Deste ponto em diante, narro todos os acontecimentos seguintes, de memória. Desafia a imaginação e pareceria loucura, se não houvesse acontecido.
O radiotelegrafista e eu fomos tirados do aparelho e recebidos de modo muito cordial. Fomos depois embarcados num transporte em forma de plataforma, sem rodas! Levou-nos à cidade resplandecente com grande rapidez.
Quando nos aproximamos, a cidade pareceu-nos feita de um material cristalino. Logo chegamos a um grande edifício, de um estilo que eu nunca havia visto. Parecia ter saído da prancheta de Frank Lloyd Wright, ou talvez, mais corretamente, de um cenário de Buck Rogers!!
Deram-nos uma espécie de bebida quente, cujo gosto não se parecia com qualquer coisa que eu já tenha experimentado. Era deliciosa. Cerca de dez minutos depois, dois de nossos anfitriões vieram aos nossos aposentos, dizendo que eu os devia acompanhar. Não tive escolha e obedeci. Deixei o radiotelegrafista e nós andamos uma distância curta, entrando no que parecia um elevador.
Descemos por alguns momentos, a máquina parou e as portas se levantaram silenciosamente! Andamos, então por um longo corredor iluminado por luz rósea que pareciam emanar das próprias paredes Um dos seres acenou para que parássemos em frente a uma grande porta. Acima dela havia uma inscrição que eu não soube ler. A porta deslizou silenciosamente e eu fui convidado a entrar.. Um dos meus anfitriões falou: “Não tenha receio, Almirante, o senhor terá uma entrevista com o Mestre…”.
Eu entrei e meus olhos se acomodaram à bela coloração que parecia estar enchendo completamente o aposento. Então comecei a ver o lugar onde estava. O que acolheu meus olhos foi a visão mais bonita que já tive em minha vida. Era realmente bela e maravilhosa demais para ser descrita. Era exótica e delicada. Não acho que exista uma palavra humana que possa descrever qualquer detalhe com justiça. Meus pensamentos foram interrompidos de um modo cordial por uma voz quente e rica, de timbre melodioso, “Eu lhe dou as boas vindas ao nosso território, Almirante.” .
Vi um homem de feições delicadas, com as marcas dos anos no rosto. Estava sentado em uma longa mesa. Convidou-me a sentar numa das cadeiras. Depois que me sentei, ele juntou as pontas dos dedos e sorriu, jovialmente falou com suavidade e disse o seguinte:
“Nós o deixamos entrar porque tem um nobre caráter e é famoso na Superfície da Terra, Almirante”.
Superfície da Terra, eu disse a mim mesmo!
“Sim”, responde o Mestre,”o senhor está no território dos Arianni, o Mundo Interior da Terra. Não prolongaremos sua Missão, e o senhor será escoltado com segurança para a superfície a até uma distância além. Mas agora, Almirante, eu lhe direi porque foi trazido aqui. Nosso interesse começou justamente depois que sua raça explodiu as primeiras bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, Japão. Foi nesse tempo de alarmante que mandamos nossas máquinas voadoras, os “Flugelrads”, ao seu mundo na superfície para investigar o que sua raça havia feito. É claro que isso agora é passado, meu caro Almirante, mas eu devo continuar. Como vê, nunca interferimos antes em suas guerras e com seu barbarismo, mas agora somos obrigados, pois seu mundo aprendeu a forçar o uso de certos poderes que não são para os homens, principalmente o da energia atômica. Nossos emissários já entregaram mensagens aos governos de seu mundo e até agora eles não atenderam. Agora, o senhor foi escolhido para testemunhar que nosso mundo existe. Como vê, nossa Ciência e Cultura estão muitos milhares de anos à frente de sua raça, Almirante.”Eu interrompi, “Mas o que isto tem a ver comigo, Senhor?”
Os olhos do Mestre pareceram penetrar profundamente na minha mente, e, depois de me estudar por alguns momentos, ele respondeu, “Sua raça alcançou o ponto sem volta, pois há aqueles dentre vós que prefeririam destruir o próprio mundo a abdicar de seus poderes, tal como os conhecem…”
Eu concordei com a cabeça e o Mestre continuou, “Em 1945 e depois, tentamos contactar sua raça, mas nossos esforços foram recebidos com hostilidade,nossos Flugelrads (Discos Voadores) foram alvejados. Sim, até perseguidos com maldade e animosidade pelos aviões de combate. Portanto agora eu lhe digo, meu filho, há uma grande tempestade se formando em seu mundo, uma fúria negra que não será extinta por muitos anos. Não haverá resposta em seus exércitos nem segurança em sua ciência. Ela poderá rugir até que cada flor de sua cultura esteja esmagada, e todas as coisas humanas niveladas num vasto caos. A última guerra foi apenas um prelúdio do que ainda está para vir para sua raça. Aqui nós vemos isso mais claramente a cada hora que passa… pode dizer que eu estou errado?””Não”, respondi, “já aconteceu antes, em que a idade negra chegou e durou mais de quinhentos anos”.
“Sim, meu filho,” o Mestre respondeu, “”a idade negra que virá para sua raça cobrirá a Terra como uma mortalha, mas eu acredito que alguns da sua raça viverão através da tempestade, e além disso, nada mais posso dizer. Vemos, a grande distância, um NOVO mundo saindo das ruínas de sua raça, procurando seus tesouros legendários e perdidos, e eles ficarão aqui, meu filho, a salvo sob nossa proteção. Quando o tempo chegar, iremos novamente para ajudar a reviver sua cultura e sua raça. Talvez, então, vocês tenham aprendido a futilidade da guerra e de sua disputa e depois desse tempo, alguma parte de sua cultura e ciência lhes será devolvida, para recomeçar. Você, meu filho, deve voltar à Face da Terra com essa mensagem.. “
SURYA, O SOL CENTRAL NO INTERIOR DA TERRA OCA
Com essas palavras finais, nosso encontro terminou. Fiquei por um momento como num sonho.. mas ainda assim eu sabia que era realidade, e, por alguma estranha razão, inclinei-me ligeiramente, por respeito ou por humildade, não sei qual.De repente, fiquei novamente consciente de que os dois belos anfitriões que me haviam trazido aqui estavam ao meu lado. “Por aqui, Almirante”, disse um. Virei-me mais uma vez antes de sair e olhei para trás, para o Mestre. Um sorriso gentil esboçou-se em seu rosto delicado e idoso. “Adeus, meu filho”, exprimiu ele acenando com um gesto de paz com sua delgada mão, e nosso encontro verdadeiramente terminou.
Rapidamente passamos pela grande porta dos aposentos do Mestre e, mais uma vez, entramos no elevador. A porta, silenciosamente, abaixou e tornamos a subir. Um dos meus acompanhantes falou. “Agora precisamos apressar-nos, pois o Mestre não deseja mais atrasos em seu horário programado e o senhor deve retornar com sua mensagem para sua raça”.
Eu nada disse. Tudo isso era quase inacreditável, e mais uma vez, meus pensamentos foram interrompidos quando paramos. Entrei no quarto e estava outra vez com meu radiotelegrafista. “Está tudo bem, Howie, está tudo bem.”
Os dois seres nos levaram até o transporte que esperava, subimos, e logo chegamos ao avião. Os motores estavam ligados e embarcamos imediatamente. Toda a atmosfera parecia agora carregada com um certo ar de urgência. Depois que a porta foi fechada, o aparelho foi imediatamente levantado por aquela força invisível até atingirmos uma altitude de 2700 pés.
Duas das aeronaves foram ao nosso lado, guiando-nos de volta à nossa rota. Devo declarar aqui que o indicador de velocidade nada registrava, mas estávamos voando a uma grande velocidade.
Veio uma mensagem pelo rádio. “Nós o estamos deixando agora, Almirante, seus controles estão livres. Adeus!!” Olhamos por um momento, enquanto os Flugelrads desapareciam no céu azul.
O avião, de repente, caiu como se houvesse sido apanhado num vácuo. Rapidamente recuperamos o controle. Não falamos por algum tempo. Cada um tinha seus pensamentos…
O DIÁRIO DE VÔO CONTINUA
02:20 – Estamos novamente sobre vastas áreas de gelo e neve, a aproximadamente 27 minutos da base. Falamos com eles pelo rádio e eles respondem. Declaramos todas as condições normais… normais… A base expressa alívio com o restabelecimento de nosso contacto.
03h – Aterrissamos suavemente na base. Eu tenho uma missão…
FIM DO DIÁRIO
1 de março de 1947. Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a mensagem do Mestre, Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado.Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos, para ser exato). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipe médica. Foi uma grande provação!!! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança dos Estados Unidos da América.ORDENARAM-ME QUE PERMANECESSE EM SILÊNCIO QUANTO A TUDO QUE DESCOBRI, PELO BEM (!!!!!!) DA HUMANIDADE!!!! Inacreditável, e me lembraram de que sou um militar e de que devo obedecer ordens.
30/2/56: ÚLTIMA ANOTAÇÃO
Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons… Faço agora minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive este assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra meus princípios morais. Agora, parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo que é verdade, deverá triunfar.
Ele pode ser a única esperança para a espécie humana. Eu vi a verdade e ela vivificou meu espírito e me libertou . Cumpri com meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer, mas não haverá fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará… e os que forem da escuridão cairão com a sua Luz… POIS EU VI AQUELA TERRA ALÉM DO POLO, AQUELE CENTRO DO GRANDE DESCONHECIDO.
AGARTHA A CIDADE INTRATERRENA
UM ANTIGO AGENTE DA CIA CONFIRMA.
Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicados por Virgil Armstrong, ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em AGARTHA durante quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como “sendo muito superior a nossa”.
 O ex-agente da CIA, acrescentou que, imediatamente após a descoberta do diário de Byrd, as rotas DE VÔO sobre a entrada para a cidade de AGARTHA foram declaradas secretas pelo serviço de inteligência americano (CIA), e ordenou que a área ou a rota que levaria à cidade era para ser guardada por efetivos de bases militares dos E.U.A. e que não deixariam quaisquer invasores descobrirem como lá chegar.
 Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. em determinado momento estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha. Mais, que algumas das aeronaves em vôo que aparecem nos céus da Terra são meios de transporte para as pessoas de Agartha e outras cidades intraterrenas. Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA.
O Almirante Richard Evelyn Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o Pólo Sul. Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida, e descreveu a “terra além do Pólo Norte, o reino de AGARTHA”.Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevado ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo dos E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marinha dos E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte.
Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agartha
O SEGREDO DA IMORTALIDADE.
Voltando ao ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd: “O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características físicas. Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade.
Depois de considerar que eles tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. O nascimento e os partos ocorrem em templos, em fontes de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor”.
GUERRAS ENTRE LEMÚRIA (MU) E ATLÂNTIDA.
O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, e em todos os tempos sempre hauve muitos testemunhos e relatos sobre a vida existente sob a crosta terrestre, em um mundo subterrâneo. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo textos muito antigos de diversas culturas, descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, por todo o planeta existem cerca de 100 cidades, das quais a maior e principal é Agartha. O Mundo subterrâneo seria também conhecido como Shamballa.
Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, abandonaram a superfície do planeta cerca de 100.000 anos atrás, depois de uma catastrófica guerra entre as civilizações de ATLÂNDITA e LEMÚRIA/MU, as duas grandes civilizações (ambas submergiram em diferentes cataclismos e diferentes períodos) que dominaram a Terra naqueles tempos.
O Pólo Norte sem Gelo em fotos de satélites e o Almirante Byrd.
Essa Guerra estaria descrita em dois épicos da cultura hindu, o Ramayana e no Mahabharata (conflito em que teria havido a participação dos “deuses” do céu em ambos os lados e utilização de poderosas armas, inclusive atômicas). Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaram áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e nos E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos.
A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito que foram se retirando para o interior da terra e quem ficou na superfície do planeta começou a viver um processo de degeneração genética involutiva, decrescendo em tamanho e compreensão da vida como consequência.
Segundo esta teoria, os povos da região de superfície que restaram seriam descendentes daqueles que se recusaram a se retirarem para as cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens pela degeneração genética causada pelas mutações devido a radioatividade existente no ambiente contaminado.
CIDADES SUBTERRÂNEAS.
De acordo com alguns documentos e relatos muito antigos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: Poseid – o primeiro refúgio dos Atlantes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso (na Serra do Roncador, em “algum ponto do meridiano 52°”), com população de 1,3 milhões de habitantes; SHONSHE refúgio dos uigures, um ramo da raça lemuriana, com a entrada através dos Himalayas, do lado norte, na China, 3,5 milhões de habitantes; RAMA – perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; SHINGWA – a fronteira entre a China e a Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; Telos – perto de Mount Lassen, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes.
dades estão situadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre. O que Armstrong diz: “Os atlantes se entendem por telepatia e os lemurianos falam uma língua – Maru – que têm uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivem em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturadas em vários níveis. Os moradores se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade, que flutuam”

Mapa da Terra Oca e Relação entre Mundo Interior e Exterior

O desenho esquemático, extremamente imaginativo mostrado também na página anterior, agora é mostrado abaixo com mais riqueza de detalhes, e inclusive traduzido para o Português. Aqui são descritas também as relações entre o mundo interior e exterior, assim como a localização dos grandes portais para entrada nesta fascinante dimensão oculta.

Mapa da Terra Oca e Agartha

Deixando de lado o fato de ser verdade ou ficção, como o proprio autor do desenho pergunta no subtítulo da ilustração, vamos apenas descrever sem questionar o desenho e ilustração acima que demonstra a Teoria da Terra Ôca.

Portais Naturais de Entrada e Túneis Feitos Pelo Homem

A grande esfera que é o Planeta Terra, está descrita como uma esfera oca, com duas entradas principais e feitas pela natureza, uma no Polo Norte e outra no Polo Sul.

Assim os portais naturais de comunição entre os dois mundos situam-se em uma grande área do Polo Norte e também existe uma pequena entrada no Polo Sul. E existem também outras entradas, através de cavernas e passagens cavernosas, situados em vários pontos do planeta, como uma caverna existente nos Estados Unidos, no Parque Nacional Caverna de Mammoth no estado do Kentucky. Mais abaixo do lado esquerdo da ilustração, vemos mais três entradas, sendo as três em território brasileiro. A primeira situando-se em Manaus, outra situando-se em Mato Grosso, na Serra do Roncador, e uma terceira nas grandes cataratas de Foz do Iguaçu.

Entretanto existe quem conteste a precisão de alguns pontos desta teoria, e afirme que existe um quarto portal de entrada no Brasil, exatamente no Rio de Janeiro, na Pedra da Gávea. Veja também sobre o Portal de Agartha na Pedra da Gávea.

Do lado direito de cima para baixo, vemos outros portais de entrada, tais com um situado no Monte Epomeo na Itália, outro na Pirâmide de Gizé no Egito. Acredita-se que das legendárias Minas do Rei Salomão, também partia um túnel para o interior da Terra.

Quanto aos túneis que ligam a Pirâmide de Gizé à Terra interior, estes teriam sido feitos pelo homem, ou seja, seriam túneis artificiais feitos no tempo dos Faraós, segundo esta teoria.

Civilizações Avançadas e Menos Avançadas

O desenho representa o Planeta Terra como se tivesse sido cortado ao meio. Assim vemos em corte a representação das camadas internas da terra, e os portais de entrada que liguam a Terra exterior e a interior. Vemos também a representação dos mares e continentes em terra.

No mapa é vista a área de terra continental da civilização mais avançada ou desenvolvida, chamada Agartha, cuja capital é Shamballah.

Vemos também em outra parte, a Cidade das Cavernas, ocupada por civilizações menos desenvolvidas.

Sol Interior e Centro de Gravidade Superficial

Nesta teoria, pode-se notar que existe um sol no centro da Terra Interior, que ilumina toda este mundo proporcionando uma vida praticamente igual à existente na superfície exterior da Terra.

O mais estranho desta teoria é quanto ao centro de gravidade da Terra, que ao invés de ser pontual, ou concentrado no centro da Terra, o centro de gravidade na verdade situa-se distribuido na superfície de uma hipotética esfera, cuja superfície situa-se à uma distancia de 400 milhas, tanto da face exterior como da face interior da Terra.

Esta esfera com superfície gravitacional, e cujo centro geométrico se encontra no centro da Terra, faz com que a força da gravidade se aplique com igual intensidade em cada face da Terra.

Deve-se lembrar também que existiria uma outra força, que deve ser considerada nesta teoria, força esta que também faria com que as pessoas e demais objetos soltos ficassem sobre a superfície da terra interior e não saissem voando. A outra força que teria que ser considerada é a força centrifuga, proveniente do movimento de rotação da Terra, que também produziria uma força em direção ao exterior.

Enfim, seria necessário um novo Isaac Newton das profundezas para explicar e equacionar tudo isto, caso seja necessário entender como funciona a gravidade no no solo do mundo interior da Terra Ôca.

 

Agharta – Um Reino Intra-terreno em nosso Planeta

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É possível que a cada dia, sob a nossa existência diária, exista um mundo novo e desconhecido para nós.
É espantoso, que, apesar de as coisas que foram ensinadas como verdadeiras, mais cedo ou mais tarde, revelarem-se falsas e alguns de nós continuam “presos” na velha ideia. A maioria de nós aceitou como verdadeiras as coisas que nós aprendemos em nossa formação, apenas porque todo mundo acredita nelas.
Em 2.300 milhas para além do Pólo Norte, haveria uma entrada para o interior da Terra. Aqui, de acordo com o almirante Richard E. Byrd, o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, viveria uma civilização mais evoluída do Homem. Aqueles que povoaram a Terra 100.000 anos atrás passaram a viver em subterrâneos, depois de uma guerra que aconteceu e incorreu na destruição da superfície da Terra, criando seus desertos.
Segredos do subterrâneo da cidade de Agartha.
No início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. ma das fotografias mostrava o Pólo Norte coberto pela conhecida camada de nuvens; a outra, que mostrava a mesma zona sem nuvens, revelava um imenso buraco, onde deveria estar o Pólo.
A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca e dos Ovins.
Estas fotos reforçaram a crença do ufólogo  Ray Palmer e outros pesquisadores na Terra Oca, supostamente habitada por uma civilização superior desconhecida. Agora eles acreditavam ter realmente encontrado a porta de entrada para este universo. Estas especulações provocaram o renascimento de antigo debate sobre as viagens do famoso vice-almirante Richard E. Byrd aos pólos Norte e Sul.
Segundo o pesquisador Amadeo Giannini, este aventureiro não teria sobrevoado os Pólos, em 1926 e em 1929, e sim viajado pelo interior destes imensos buracos que conduziriam ao centro da Terra.
Ray Palmer, fundamentando-se nestas pesquisas, afirma que Byrd teria transmitido pelo rádio do avião em que se encontrava, a mensagem de que estava vislumbrando não a neve usual, mas sim trechos de terra com montanhas, bosques, vegetais, lagos e rios, entre outros elementos. Pouco antes de morrer, ele teria dito que o planeta, na região do Pólo, era um universo encantado e celestial, repleto de mistérios. De acordo com algumas teses, ele estaria se referindo à mitológica Cidade de Agharta, centro de uma fantástica civilização.
Na revista Flying Saucers, de Junho de 1970, o editor e ufólogo Ray Palmer reproduziu as fotos do satélite ESSA-7 junto com um artigo em que ele abordava a questão dos Intraterrenos ou de uma civilização mais avançada do que a nossa desde há milhares de anos, bem conhecida  pelos lamas ou monges tibetanos.
O vice-almirante Richard E. Byrd da US NAVY foi um destemido aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, incluindo um voo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929.
Entre 1946 e 1947, levou adiante a operação em grande escala chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1390000 km2 de território antártico.
As famosas expedições de Byrd entraram pela primeira vez na controvérsia da Terra Oca quando vários artigos e livros, especialmente Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos), de Amadeo Giannini, afirmavam que Byrd na realidade não voou por cima do pólo, mas sim dentro dos grandes buracos que levam ao interior da Terra.
Virgil Armstrong, ex-agente da CIA, descreve o universo subterrâneo fascinante, habitado por  seres humanos como nós só que lá são imortais, a atmosfera controlada, velocidades de deslocação de 3.000 quilômetros por hora, atlantes e lemuriens, voando sobre aeronaves que superam nossa tecnologia humana.
Uma foto recente do Pólo Norte, que a NASA tem sob custódia, e enviada por um dos satélites da Terra ressuscitaram muito o interesse dos geofísicos, e não apenas para eles. Nesta imagem, podemos ver facilmente na área do Pólo Norte magnético, uma área que não é coberta por gelo glacial, como seria normal. Num raio de cerca de 300 milhas, podemos ver a terra – e ainda bem fértil.
A imagem, se você não está falando de uma ilusão cósmica, seria louca o suficiente para ensandecer um cientista. E isto, porque até mesmo um estudante de ensino fundamental sabe que sob o gelo do Pólo Norte não existe nada mais do que a água, como foi confirmado por rotas de submarinos, que passam por essa área freqüentemente.
À esquerda, foto de satélite ESSA-7 de 1968 mostrando uma abertura no Pólo Norte, à direita foto da nave Apolo 11 de 1969 também mostra a mesma abertura.
E então, o que poderia ser a pegada de “terra” no coração de gelo no Ártico? A NASA perguntou. Para resolver o mistério, eles mandaram fazer uma nova bateria de fotografias de satélite, feitas desta vez após a outra rotação da Terra e de outro ângulo. Novamente, o buraco no polo e as manchas são teimosas em aparecer em frente ao Pólo Norte magnético. O primeiro pensamento foi de que se trata de um fenômeno magnético da natureza, como pode haver uma perturbação atmosférica devido a este mesmo campo eletromagnético.
Mas a hipótese era para afastar os pesquisadores da NASA no domínio dos campos electromagnéticos: “O efeito mais importante, as luzes do norte, manifestam-se em um jogo completamente diferente e luzes celestes aparecem de outra forma em uma foto via satélite. Claramente, a pista esta na terra,no solo e não no ar “, disse Robert Fishermann, chefe do Laboratório de Estudo do campo eletromagnético terrestre.”
A hipótese Halley.   
Como era de se esperar, a imagem tinha revelado uma série de velhas e surpreendentes teorias. A primeira das teorias revelada foi a hipótese de Halley, o cientista que descobriu o cometa com o mesmo nome. Segundo esta teoria, em áreas do Pólo Norte e Pólo Sul há aberturas grandes que levam para dentro da Terra. Por outro lado, que a Terra estaria vazia por dentro e que seria possível para uma nova civilização humana se desenvolver naquele ambiente, talvez mais avançada do que a civilização da superfície superior.
A variante Byrd.  
 
Mas os geofísicos pareciam estar mais interessados em outra versão, cujas raízes estão em algum lugar em 1926. Precisamente, em maio desse ano, o almirante Richard E. Byrd se tornou o primeiro homem a voar sobre o Pólo Norte. Em uma entrevista que ele concedeu em 1947, Byrd afirmou que em 2.300 milhas (3.680 quilômetros) através e adentro do Pólo Norte encontrou uma área de clima muito quente, com vegetação e montanhas, lagos e rios.
Richard E. Byrd, um famoso explorador, acima de qualquer suspeita, anotou muito precisamente suas impressões sobre o que ele achou nessa área em seu diário:
“As pessoas que vivem aqui se comunicam através de telepatia. Na verdade, eles não vivem na superfície. Debaixo da terra, alguns quilômetros de profundidade existe uma grande cidade com milhões de habitantes, uma cidade que é chamada de Agartha“.
Em janeiro de 1956, após dirigir outra expedição à Antártida, o vice-almirante Byrd manifestou que sua expedição havia explorado 3700 km além do Pólo Sul e, além disso, justo antes de sua morte, Byrd disse que a Terra além do Pólo era um continente encantado no céu, terra de mistério permanente. Essa terra, segundo outras teorias, era a legendária Cidade de Agartha, berço de uma fabulosa civilização perdida.
Para o ufólogo Ray Palmer e Amadeo Giannini, os comentários atribuídos ao vice-almirante Byrd confirmaria o que eles sempre suspeitaram: que a Terra tem uma forma estranha no Pólos, algo parecido a um “donut”, com uma depressão que forma um buraco gigante que passa através do eixo da Terra, de um pólo a outro. Dado que, por razões geográficas, é impossível voar 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água. Parece lógico pensar que o vice-almirante Byrd deve ter voado dentro de enormes cavidades convexas dos pólos, dentro do Grande Enigma do interior da Terra e que, se tivesse seguido adiante, teria chegado na base secreta dos OVNI’s que pertencem à super-raça oculta, quem sabe a lendária Cidade de Agharta, que Byrd teria visto refletida no céu.
Um antigo agente da CIA confirma.
Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicados por Virgil Armstrong, ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como “sendo superior a nossa”.
O ex-agente da CIA, acrescentou ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha.
 Mais, que as aeronaves em vôo que aparecem no céu são meios de transporte para as pessoas de Agartha e outras cidades intraterrenas, e que uma parte da tecnologia de produção tem sido dada ao Pentágono, “o avião invisível, o Stealth, sendo um resultado desses saberes”.
O almirante Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA.  
Almirante Richard E. Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o pólo sul. Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida,  e descreveu a “terra além do Pólo Norte-Agartha”.
Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevado ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marinha dos  E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd  fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte.
O segredo da imortalidade 
Segundo o ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd:
“O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características. Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade. Depois de considerar que elas tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. Dão nascimento em templos, nas bacias de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor “.
Guerras entre Lemúria (MU) e Atlântida. 
O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, havia muitos testemunhos sobre a vida sob a crosta terrestre. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo muito antigos descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, de todo o mundo existem cerca de 100 cidades, das quais a maior é Agartha. O Mundo subterrâneo seria conhecido como Shamballa. Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, deixaram a superfície do mundo, 100.000 anos atrás, depois da catastrófica guerra entre atlantes e lemurianos, as duas grandes civilizações que dominaram a Terra naquele tempo.
A Guerra estaria descrita em dois épicos da cultura hindu, o RAMAYANA e o MAHABHARATA. Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaria áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos.
A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito, então eles foram se retirando para o interior da terra e quem ficou na superfície do planeta começou a viver um processo de degeneração genética involutiva.
Segundo esta teoria, os povos da região seriam descendentes daqueles que se recusaram a se aposentar em cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens.
Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agartha
A teoria atual da terra oca, defende o seguinte:
Leornard Euler, um gênio matemático do século 18 deduziu que a Terra era oca, que continha um sol central e que estava habitada. A Terra possui um “Sol” interno, três pontos onde a gravidade é zero e duas enormes aberturas nos pólos que interligam a superfície interna e externa.
A explicação para esses fenômenos é relativamente simples de se entender: o movimento de rotação do planeta arremessa a sua  massa para longe do centro, da mesma forma que o giro de uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco.
Uma comparação melhor é a de um motociclista em um “globo da morte”: a rotação impede que ele caia mesmo quando está de cabeça para baixo. A única diferença é que no globo da morte o motociclista é quem está girando e não o globo.
Quando a Terra estava sendo formada, e os seus componentes estavam em estado líquido, os materiais mais pesados foram se concentrando no centro, enquanto que a rotação manteve os materiais mais leves distantes do mesmo. A medida em que o planeta foi se solidificando, criou-se um perfeito equilíbrio entre o movimento de rotação e a gravidade.
OS TRÊS PONTOS DE GRAVIDADE ZERO
Ao contrário do que se acredita, a Terra não possui apenas um ponto onde a gravidade é zero, mas sim três: o oficial, que fica no centro do planeta; o que localiza-se a aproximadamente 640 Km abaixo da superfície; e o que localiza-se a aproximadamente 2.000 Km. Isso se deve ao fato de que a enorme velocidade de rotação da Terra, que no equador é de 465 m/s, atua na direção oposta da atração gravitacional, algo que a maioria dos cientistas têm simplesmente ignorado até hoje.
As aberturas nos pólos se devem ao fato de a velocidade de rotação nesses locais ser muito baixa. Sem rotação, a ação da gravidade é muito mais forte e, dessa forma, qualquer massa colocada nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados (veja a figura 1). À latitude de 70º a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2.000 Km. Se houvesse apenas a rotação da Terra em torno do seu eixo, as aberturas se localizariam à 90º, exatamente nos pólos geográficos. Contudo, outros movimentos de rotação, como o da elipse em torno do Sol, fizeram com que elas se formassem 20º mais distante. É por isso que os pólos geográficos e magnéticos não coincidem. Quando exploradores que estão buscando o pólo Norte ou o pólo Sul chegam à latitude de 70º e a bússola deles aponta pra baixo, ele pensam que estão no pólo magnético, mas não estão. Na verdade, as bússolas estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares, veja a figura abaixo.
Cidades subterrâneas. 
Mas, de acordo com documentos secretos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: Poseid – o primeiro refúgio dos Atlântes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso, com população de 1,3 milhões de habitantes; SHONSHE refúgio dos uigures, um ramo da raça lemurina, com a entrada através dos Himalayas, 3,5 milhão de habitantes; RAMA – perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; SHINGWA – a fronteira entre a China e Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; Telos – perto de Monte Shasta, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes.
Monte SHASTA, na Califórnia, EUA, com uma enorme Cloudship pairando sobre seu cume.
As cidades estão colocadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre.
O que Armstrong diz: “Atlantes entendemos por telepatia e lemurianos falam uma língua – Maru – que é uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivam em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturada em vários níveis. Os moradores  se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade ( cerca de 3000 milhas por hora), que flutuam “.
PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM 
 DOS REINOS SUBTERRÂNEOS

Francis Bacon,  na Nova Atlântida  fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Francis Bacon

Thomas Moore,  no seu livro Utopia  faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;
Thomas Moore
Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra  também  fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em  “A Raça futura”  um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;
James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”…


Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais   Ísis Sem Véu  e A Doutrina Secreta,  que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Helena P. Blavatsky



Saint-Yves d´Alveydre,  na sua obra Missão da Índia  fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos  hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;
Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses,  fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;

Ferdinand Ossendowski
Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro),  cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;
Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel,  que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA – Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por  Badagas e Duat.

Estes debates em torno das impressões de Byrd garantem a munição necessária à sobrevivência das teorias de Giannini e Palmer, que acreditam haver nos Pólos uma redução de nível, a qual constitui uma imensa fenda que atravessa o eixo da Terra, de um pólo a outro. De uma forma ou de outra, este enigma tem fascinado a mente do Homem desde tempos imemoriais, nas antigas crenças, mundos ocultos sob a superfície da Terra sempre tiveram destaque.
Budistas da Ásia central acreditavam num Reino Intra Terreno, um labirinto subterrâneo que abrigava populações de continentes extintos. Ali, seu líder sagrado, o “Rei do Mundo”, comandava esse centro de progresso intelectual, de razão desenvolvida e conhecia todas as forças da Terra, lia todas as almas, conhecia todos os destinos.
Platão também abordou o tema , assim como os criadores do herói babilônico Gilgamesh, passando pelo mito de Orfeu, pelos faraós egípcios. Mitos, teorias e clássicos da literatura mantêm vivo até hoje o interesse por este tema sedutor.
PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM  DOS REINOS SUBTERRÂNEOS
Francis Bacon,  na Nova Atlântida  fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.
Thomas Moore,  no seu livro Utopia  faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;
Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol  aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;
Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra  também  fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.
Bulwer Lytton, escreve em  “A Raça futura”  um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;
 James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”…
Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais   Ísis Sem Véu  e A Doutrina Secreta,  que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.
Saint-Yves d´Alveydre,  na sua obra Missão da Índia  fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos  hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;
Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre  Animais, Homens e Deuses,  fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;
Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro),  cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;
René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;
Mas foi Raymond BernardNicholas Roerich e Alexandra David-Neel,  que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro ‘O Verdadeiro Caminho da Iniciação‘, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA – Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por  Badagas e Duat.
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