Coliridianismo

Coliridianismo

Coliridianismo era um movimento cristão obscuro, considerado herético pela Igreja Católica, seus adeptos aparentemente adoraram a virgem Maria, mãe de Jesus, como uma deusa. A principal fonte de informações sobre esta seita vem de Epifânio de Salamina, que escreveu sobre eles em seu trabalho intitulado Panarion, cerca de 375 AD. De acordo com Epifânio,1 algumas mulheres sauditas (em grande parte pagãs) sincretizaram crenças indígenas com o culto de Maria, oferecendo a ela bolos e pães. Pouco se sabe sobre a origem do coliridianismo, mas Epifânio assegura que foi em Trácia e Cítia.
Os coliridianos fixaram-se na Arábia. O santo que denunciou este movimento feminino como heresia foi Santo Epifânio, dizendo ele que as mulheres coliridianas tributavam à Virgem um ‘culto insensato’, estabelecendo um paralelo com Astoreth, uma deusa fenícia.

Em seu livro The Virgin, no entanto, Geoffrey Ashe coloca a hipótese de que o coliridianismo foi uma religião paralela ao cristianismo, fundada pela primeira geração de seguidores da Virgem Maria, cujas doutrinas foram mais tarde incluídas pela Igreja Católica no Concílio de Éfeso em 432. Averil Cameron foi mais cético sobre, dizendo que o culto nem sequer existia, se baseando no fato de que Epifânio é a única fonte e os autores posteriores simplesmente remetem o seu texto.

Em seu livro The Virgin, no entanto, Geoffrey Ashe coloca a hipótese de que o coliridianismo foi uma religião paralela ao cristianismo, fundada pela primeira geração de seguidores da Virgem Maria, cujas doutrinas foram mais tarde incluídas pela Igreja Católica no Concílio de Éfeso em 432. Averil Cameron foi mais cético sobre, dizendo que o culto nem sequer existia, se baseando no fato de que Epifânio é a única fonte e os autores posteriores simplesmente remetem o seu texto.

Críticas

Muito da informação desta grande compilação varia em valor histórico. O Panarion (latim: “Contra Heresias”) reflete a personalidade de Epifânio e seu método de trabalho. Às vezes, sua paixão intensa o impede de arguir cuidadosamente sobre as doutrinas a que ele se opõe. Assim, em suas próprias palavras (Haer., LXXI), ele fala do Apolinarianismo baseado em rumores. Em Constantinopla, ele teve que reconhecer aos monges Origenistas, aos quais se opunha, que ele não estava familiarizado nem com a escola e nem com seus escritos e que escreveu com base no que ouviu 4 . Porém, o valor é indiscutível, pois há muito que não é encontrado em nenhum outro lugar. Capítulos dedicados apenas à refutação doutrinária são raros. Como um apologista, Epifânio pareceu fraco ao imperador Fócio I de Constantinopla .

Fonte: Editado de Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Nome Coliridianismo vem de ‘Collyre’ que se refere a um pequeno pão ou torta. Isso se dá pelo oferecimento destes pães, tortas as mulheres, após o oferecimento, comiam (muito parecido com pujas indianos) por estarem abençoados. As mulheres que adoravam Maria, faziam isso colocando-a como uma Deusa e seu culto era como ao de Deus (Pai).

Ver também: https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=es&u=https://books.google.com.br/books%3Fid%3DdfjbydikI_sC%26pg%3DPA575%26lpg%3DPA575%26dq%3DColiridianismo%26source%3Dbl%26ots%3DNkgsbCZDro%26sig%3DJLx4W89GyDbV61OiJe9l0Z0m7hc&prev=search

… mas somente quando as Sacerdotisas das Marias (?!) recomeçarem seu ‘trabalho’ ou seu ‘serviço’ a Theotokos (Mãe de Deus ou Mãe divina) é o verdadeiro cristianismo possa nascer!

(de Shakti)