Crianças / Humanos Índigo e Cristais

Índigos e Cristais

O tema crianças e adultos Índigo e cristais, apesar de não parecer, está intimamente ligado ao trabalho de integração do feminino na Terra. Tais crianças e adultos na sua experiência feminina podem ajudar em muito e são os postadores das consciência e experiências mais especiais para o feminino venusiano e estelar (pleiadiano) que corresponde ao frequência da polaridade feminina a ser integrada na Terra neste novo momento evolutivo.

O texto abaixo é de uma especialista em crianças indigo e cristais.  Leiam e procurem abstrair daí os motivos pelas quais o reconhecimento e integração do feminino está ligado a isso. Logo deixo pronto um post refletindo sobre isso.

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Crianças e Estrelas

Um fenômeno nem tão recente entre as crianças começa a chamar a atenção de educadores, terapeutas e até esotéricos. Uma geração especial sinaliza ter uma clareza impressionante, alta sensitividade e criatividade, além de muita inteligência emocional e espiritual.
Como “efeitos colaterais”, esse DNA sutil apresenta uma série de fragilidades ou meramente diferenças com relação ao padrão, que na maioria dos casos têm sido traduzidas como problemas de personalidade.
Para clarear um pouco a questão, convidamos uma especialista para conceituá-la – até porque muitas dessas crianças hoje já são adolescentes e jovens, e o assunto é urgente e quase desconhecido.
Ingrid Cañete é psicóloga, consultora, escritora e professora universitária, já publicou um livro sobre o assunto, e nos fala aqui sobre os assim chamados “índigos “.

CRIANÇAS E ESTRELAS

Crianças são como estrelas
Na beira do mar
Crianças são lindos contornos deste belo mar
O mar que nos banha e nos brinda com o seu cantar
Crianças são belezas soltas
Depois de uma explosão sincera
Da energia vital
Crianças, ah crianças!
O céu espera por elas enquanto nós não queremos vê-las sofrer
O céu anseia por recebê-las, e nós mal temos tempo de tê-las
E já queremos vê-las crescidas, amadurecidas e velhas
Prontas para um vôo solo, rumo ao eterno
Sem sabê-las,
Sem conhecê-las e amá-las como Estrelas

Índigos, as crianças de uma Nova Era

Os Índigos possuem características e atributos muito diferentes do “normal”, tanto de ordem física, quanto psicológica e espiritual. Isso faz com que um grande número de pais e de educadores, quando perguntados, se manifestem afirmando categoricamente que as crianças e os adolescentes não são mais os mesmos! E oferecem inúmeros depoimentos relatando o comportamento e a maneira de ser e de estar de um jeito muito diferente, no mundo.
O que pode parecer para alguns menos informados apenas resultado das transformações de uma sociedade onde os valores estão confusos e invertidos, e um sinal dos tempos, se revela muito mais do que isso a todo aquele que se detenha numa observação mais criteriosa e sensível.
Os indícios são muitos e muito fortes para os quais nem os pais, nem o sistema educacional vigente estão preparados para se relacionar e ajudar no processo de formação saudável destes seres humanos. A preparação é necessária e urgente, e para isso é preciso que a sociedade tome consciência destas mudanças e se organize através de grupos de profissionais ligados à educação e de pais para que possamos apoiar e oferecer a ajuda necessária para que os Índigos sejam respeitados em suas diferenças, ajudados e apoiados no sentido de realizarem seus dons e missão aqui.
Os índigos são seres humanos com uma freqüência vibracional mais elevada e com uma consciência mais expandida. São extremamente sensíveis, e sabem no seu íntimo que vieram com uma missão muito importante para esse Planeta. Pode ser que eles só despertem e obtenham clareza sobre sua missão na vida adulta, porém eles trazem essa noção e um profundo senso de missão.
Os estudos e pesquisas, assim como a prática de alguns profissionais no atendimento dos Índigos, são ainda recentes, porém todos indicam que estamos diante de seres humanos diferentes que vieram para ajudar e acelerar o processo de transformação do nosso Planeta, no sentido de sua evolução espiritual.
Conforme Darío Bermudez (in Aisemberg, 2003), evidências em diferentes partes do mundo parecem indicar que novos seres estão chegando ao planeta, seres com um nível muito mais elevado de consciência. Eles estão vindo para “mudar”, para construir, para deixar para trás o obsoleto e nos ensinar uma nova visão de tudo, com uma matéria prima revolucionariamente óbvia: o amor.
O que podemos constatar, ao longo de muito tempo de observação, é que os índigos personificam toda a grandeza e a essência divina do ser humano, preconizadas por diversas civilizações que nos antecederam na Terra e também pelos textos bíblicos.
Representam a nova raça humana que está chegando em número crescente ao nosso Planeta.

A primeira pessoa a identificar e escrever sobre o fenômeno Índigo, foi Nancy Ann Tappe, em seu livro “Understanding your life through color”, em 1980. Ela chamou de índigos aqueles seres nos quais identificou a cor Índigo em seu campo energético ou aura. Todos os seres humanos possuem um campo de energia que os circunda e cuja coloração varia de acordo com seu grau de consciência e com sua missão aqui na Terra.
Sobre Nancy, é importante destacar que é Professora na Universidade de San Diego State, EUA, também Conferencista internacional com trabalhos realizados nos EUA, Canadá, Europa e Ásia. Parapsicóloga, Teóloga, Filósofa, sensitiva e canalizadora, submeteu seus dons paranormais de ver a aura humana, das plantas e dos animais a um acompanhamento científico, sob a direção de um psiquiatra americano, em San Diego. Dedicada ao estudo dos Índigos, descobriu neles essa qualidade de energia azul.
Seus estudos e investigações tratavam de construir um perfil psicológico que pudesse resistir à crítica acadêmica. Na época, em 1980, seu colega e companheiro de pesquisa, o psiquiatra Dr. McGreggor, a chamou para ver seu filho que acabara de nascer, depois inúmeras dificuldades enfrentadas por ele e por sua mulher, para conseguir que ela engravidasse. Nancy foi ver o bebê e percebeu que ele tinha uma aura azul, cor que ainda não constava em seus registros e estudos de até então. O bebê não viveu por muito tempo mas Nancy passou a observar e estudar esta cor de aura, a partir daí.
Segundo Nancy, o principal fato que descobriu sobre os Índigos é que eles não têm um plano de estudos, como nós temos, e não terão até os 7 ou 8 anos de idade ou até mais. Somente por volta dos 26 ou 27 anos de idade se poderá observar uma grande mudança nos Índigos, ou seja, seu propósito estará aqui e passarão a ter clareza impressionante sobre o que estão fazendo. E os mais jovens virão com uma clareza muito grande sobre o que farão na vida.

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DOS ÍNDIGOS

Conforme Doreen Virtue, Ph.D, conselheira científica nos EUA, você pode identificar crianças índigos através das seguintes características principais:

• Possuem alta sensibilidade.
• Têm uma quantidade excessiva de energia.
• Se aborrecem facilmente podendo aparentar que só mantém a atenção por curtos períodos de tempo.
• Precisam de adultos seguros e emocionalmente estáveis.
• Resistem à autoridade se ela não for democraticamente orientada.
• Preferem aprender por métodos e caminhos não tradicionais e com prioridade a leitura e a matemática.
• Podem frustrar-se facilmente pois têm grandes idéias mas lhes faltam recursos e pessoas que ajudem a concretizá-las.
• Aprendem através da exploração, mas resistem à memorização pura e simples.
• Não se mantém sentados por muito tempo a não ser que estejam absortos em algo do seu interesse.
• São muito compassivos; têm muitos medos relativos à morte, especialmente a perda daqueles que ama.
• Se experimentam o fracasso muito cedo, desistem ou desenvolvem bloqueios na aprendizagem.

E, após todos esses anos de estudo e de observação, evidenciam-se para mim alguns sinais claros de que estamos diante de uma criança “diferente”. Citarei alguns:

• Não aceita o “não porque não”, como resposta. Exige argumentação sincera, plausível e não aceita “enrolação”.
• Seu olhar é muito profundo.
• Maturidade de um adulto.
• Calma, paz interior.
• Alto grau de energia que precisa ser investida.
• Inteligência emocional e espiritual.
• Não sente medo.
• Sabe quem é e o que veio fazer aqui, conhece sua vocação e missão de vida.
• Liderança natural, reconhecida e não forçada.
• Demonstra super sensibilidade.
• Especialmente criativo.
• Grande interesse ou mesmo atração por temas ligados à magia, percepção extra-sensorial, misticismo, sentidos especiais e “super poderes”.
• Possui amigos invisíveis com quem conversa e de quem recebe mensagens.
• Conversa com animais e segundo informa, os animais conversam com ele.

Fonte:
“Crianças Índigo, a Evolução do Ser Humano”,
livro de Ingrid Cañete –

Site de: www. ingridcanete.com.br

Medo dos Índigos?

Ingrid Cañete responde aos detratores das crianças índigos

INGRID CAÑETE

Porque (não) resistir ao tema e as “crianças índigo”?

Desejo compartilhar algumas reflexões a respeito de um tema tão atual quanto urgente neste início do século 21: a chegada massiva ao nosso planeta Terra, de seres humanos diferentes. Eles representam a evolução da espécie humana e têm sido identificados na literatura e na mídia, como crianças e adultos índigo.
Eu como psicóloga, escritora e estudiosa do assunto, sinto-me no dever de tornar públicas tais reflexões e esclarecimentos devido a novidade e ao caráter impactante do mesmo. Este tema tem causado polêmica e principalmente, tem dado margem a informações distorcidas e equivocadas, as quais acabam por gerar confusão e prestam um desserviço a comunidade em geral.

Atualmente, é possível encontrar críticas acirradas e atitudes exasperadas por parte de pessoas e de setores de nossa sociedade, que demonstram grande resistência em relação ao assunto índigos. E, nos perguntamos, por quê tanta resistência? E, em alguns casos, tanta agressividade quando se trata deste tema?
Muitas razões podem ser levantadas, algumas fundamentadas em crenças e raízes culturais tais como a religião, outras ligadas ao desconhecimento e a informações distorcidas como já foi mencionando. Existem ainda razões calcadas no preconceito e as razões de ordem, digamos, científica. Entre todas estas razões, existe uma que se encontra por detrás de todas elas e na qual acreditamos fortemente, trata-se do medo. O medo, esta emoção tão primária, esse instinto ligado a auto-preservação e a sobrevivência, que assume diferentes graus e formas de manifestação, está na origem de tanta agitação e exacerbação em torno do tema.

Para tratar de tal assunto, tendo em vista a relevância que de fato ele tem para todos nós, do ponto de vista evolutivo, convido o leitor a vestir neste momento, as vestes do cientista e a encarnar o espírito científico verdadeiro. Trata-se daquele espírito, e da atitude deste decorrente, que se abre permanentemente ao desconhecido e que não exige ver para crer mas sim, crê e por isso torna-se cada vez mais, capaz de ver mais, de empreender em busca de respostas, de se recriar permanentemente, de nascer e renascer dia após dia, de caminhar no escuro.
Atitude que só é possível quando se está consciente de que é próprio da ciência a impermanência, a transformação contínua. O verdadeiro cientista é aquele que busca a expansão da consciência como condição essencial para exercer seu ofício de forma ética. Ele não se aferra a nenhuma crença, idéia ou resultado e nunca conclui alguma coisa.
O cientista caminha sempre em busca de respostas mais satisfatórias e mais próximas para dar conta dos fenômenos do mundo físico e também do mundo metafísico.
Caso o cientista se agarre a alguma idéia, crença ou resultado ele estará assumindo um estado de cegueira parcial ou mesmo absoluta e abrindo mão de sua condição de cientista. Estará fugindo de assumir o alto grau de responsabilidade envolvido nesta função. Inúmeros cientistas estão em acordo que as teorias científicas possuem tal qual os icebergs, uma enorme zona imersa, que não é científica, mas que é indispensável para o desenvolvimento da ciência. Sendo esta justamente a zona cega da ciência que crê que a teoria reflete o real. Conforme bem ressalta Edgar Morin, o próprio da cientificidade não é refletir o real, mas traduzi-lo em teorias mutáveis e refutáveis.
Ao mesmo tempo em que as teorias científicas dão forma, ordem e organização aos dados verificados nos quais se baseiam, novos meios de observação ou de experimentação ou um novo olhar, fazem surgir dados desconhecidos, invisíveis. A partir daí as teorias deixam de ser adequadas e se não for possível alargá-las, é necessário inventar outras novas, salienta Morin, em seu livro “Ciência com consciência”. Concordamos com ele quando afirma e ao mesmo tempo constata que a evolução do conhecimento científico não é unicamente de crescimento e de extensão do saber. É também de transformações, de rupturas, de passagem de uma teoria para outra. As teorias científicas são mortais, e são mortais por serem científicas, de acordo com a visão de Popper. Ora, o tempo do conhecimento científico como algo certo, absoluto e capaz de fazer predições concretas e oferecer certezas já caducou, se esgotou juntamente com a visão ou paradigma que lhe deu origem, ou seja, a visão mecanicista.
Dito isso, podemos prosseguir propondo que se reflita sobre o que mais nos atemoriza nesta existência terrena, numa escala de prioridades? Arrisco como resposta que seja a morte. O medo de morrer é provavelmente o medo mais intenso e que assume maiores proporções no imaginário e também no dia a dia de cada ser humano minimamente consciente. A morte que pode significar num primeiro olhar a morte física mesmo e deve ser considerada também e principalmente, a morte simbólica na medida em que perdemos nossos referenciais dados por nossas certezas, nossas verdades absolutas baseadas em nossas crenças mais do que em valores, propriamente ditos.

Quando falamos de evolução humana, está implícito um processo de incontáveis mortes e renascimentos.
Nós morremos muitas vezes em vida, justamente para dar espaço a mais vida em nós, seja do ponto de vista de nosso corpo físico, de nossa fisiologia ou seja do ponto de vista de nossa mente e de nosso espírito. Somos seres mutantes da mesma forma que a ciência é algo em permanente construção, criação e recriação. E, da mesma forma isso ocorre no mundo natural, em nosso planeta e no cosmos. Pois bem, quando falamos que as crianças e novas gerações que estão vindo modificadas em seu DNA, com características físicas, psicológicas e espirituais diferentes, mais evoluídas estão chegando em um número cada vez mais expressivo com a missão de promover, de provocar a transformação e a evolução da sociedade humana, é compreensível que todo esse potencial de mudança, cause um frio na espinha de muita gente, porque o ser humano não gosta de mudar.
O ser humano detesta conviver com a idéia de mudança constante mesmo que sua inteligência lhe diga que essa é sua realidade mais evidente, mesmo que a ciência criada por ele próprio, lhe apresente cada vez mais provas contundentes desta sua natureza mutante. A mudança é sempre vivenciada com muita dor e simplesmente a sua antecipação por meio de notícias e de fatos como a chegada das gerações índigo, é motivo de reações fortes e até radicais orquestradas mais pela parte biológica ou animal que constitui o ser humano, do que por sua porção psicosocioespiritual. O medo é uma emoção primitiva e de baixa vibração que foi, digamos, instalada em nós desde pequenos, geração após geração, visando o controle de nosso comportamento, não tenhamos dúvida a respeito disso. Essa emoção está na base de todos os sistemas de poder que se utilizam do controle e da manipulação. Quanto menos evoluída uma população, mais medrosa, mais sujeita a se assustar com o desconhecido e a temer aquilo que não se encaixa em seus modelos mentais. Por modelos mentais podemos entender, de forma simplificada, como sendo as lentes que dirigem nossa percepção acerca daquilo que chamamos realidade. Essas lentes são formadas por conjuntos de crenças e de pressupostos básicos inconscientes que por serem inconscientes são justamente tão poderosos. O contrario dessa posição portanto, é a consciência em expansão que nos dá amplitude e flexibilidade de percepção que por sua vez nos permite acessar cada vez mais elevados níveis de realidade. O filme “Somos nós” ilustra perfeitamente o que estamos afirmando aqui.
A ciência moderna ligou-se à ideologia burguesa e capitalista e a sua vontade de dominar o mundo e controlar o meio ambiente. Nisto, ela foi perfeitamente eficaz permitindo a burguesia dominar econômica, política, colonial e militarmente o planeta. Como afirma Gerard Fourez, filósofo, matemático e doutor em física. Durante séculos sentiu-se a eficácia desse método e os seus sucessos serviram de base a ideologias do progresso. Até hoje a população se beneficia de um bem estar econômico com o qual não poderiam sonhar há muitos anos atrás. Entretanto, também somos obrigados a constatar que a ciência não é de modo algum eficaz para resolver as grandes questões éticas e sociopolíticas da humanidade, mais do que isso muitos atribuem a ela um papel no estabelecimento das desigualdades e injustiças mundiais. Deparamos assim mais uma vez com os limites da visão e dos ditos avanços técnico-científicos. Mas, além do medo do desconhecido que implica ter que olhar para dentro de si mesmo e rever valores, estilo de vida, buscando por um sentido mais profundo e duradouro, perene para a existência para o conjunto de nossos atos em vida, encontramos um outro medo terrível daqueles que constituem a sociedade burguesa e capitalista dominante. Trata-se do medo de perder o poder e controle sobre seus dominados. O que implicaria perder certezas de ordem econômica e financeira. Perder dinheiro, muito dinheiro em decorrência de perder o controle de muitas, de milhares de mentes dominadas guiando corpos dóceis, como disse Foucalt, é algo tremendamente assustador para muita gente, para muitos grupos de interesses e categorias profissionais.
Afinal, fala-se que os índigos, rótulo que não desejamos que se transforme em uma máscara ou pior num estigma para essas novas gerações, estão vindo diferentes por exemplo, no sentido de não reconhecerem o medo e portanto não serem passíveis de intimidação ou de controle. Grande perigo, percebem? Perigo de uma revolução dirão alguns mais afoitos.Como iremos dominar seres que não sentem medo?! Como vamos fazer com que continuem acreditando nos valores que temos lhe imposto durante tantos anos por meio da propaganda, da mídia, de nosso sistema educacional, nossos dogmas e religiões, de nosso sistema de saúde – que se baseia mais na valorização das doenças e que trata sempre partindo do princípio de que medicar é preciso, pactuando com o poderio absurdo da indústria farmacêutica?!
O medo transforma-se em pânico e o pânico gera atitudes visivelmente transtornadas e desesperadas. Não é a toa que estamos assistindo a uma verdadeira epidemia de crianças, jovens e agora de adultos rotulados de DDA (distúrbio de déficit de atenção) e de DDAH (distúrbio de déficit de atenção com hiperatividade), de bipolaridade, de crianças problemas. Na verdade, os rótulos são tentativas da ciência de fragmentar, catalogar e assim poder controlar por meio da supressão dos sintomas. Nem estamos falando de cura. É evidente aqui, que faço uma ressalva importante para a necessidade de que profissionais competentes avaliem e façam um diagnóstico diferencial. Mas, por enquanto ainda é pequeno o número de profissionais, médicos, psicólogos, pedagogos que se dispuseram a encarar um estudo mais atento e profundo, sem preconceitos, a este tema tão desafiador. É compreensível, a atitude de desprezo pelo tema ou de crítica acirrada e agressiva é pertinente a um determinado estágio de nossa história evolutiva e se repete a cada ciclo no exato momento onde estamos prestes a dar um salto quântico e passarmos para um patamar mais elevado de consciência.

Nossa história está repleta de temas que foram tabu durante muito tempo e que depois foram necessariamente assimilados por toda a sociedade, uma vez que diante da natureza e da força de suas manifestações teremos que nos curvar em um dado momento. Seres mais evoluídos estão chegando em número cada vez maior, eles são seres imbuídos de um nível de consciência mais expandido, de uma espiritualidade mais acentuada, de dons e talentos mais desenvolvidos, são amorosos, inquietos por natureza, são rompedores de sistemas, vieram para isso, questionar, romper padrões estabelecidos, perguntar o porquê de tudo, olhar bem no fundo dos olhos e dizer com absoluta sinceridade, a verdade, simplesmente a verdade que eles captam com todos os seus sentidos bem ativados. Eles são altamente intuitivos e telepáticos, têm uma profunda noção de que vieram cumprir uma missão importante aqui, mas não suportam ser controlados, dominados, detestam receber ordens, não aceitam o não sem argumentação inteligente, sábia e razoável. Eles têm boa índole, são carinhosos, muito inteligentes intelectualmente e espiritualmente. São muito, muito sensíveis, espiritualistas, respeitando todas as crenças e religiões.
Muita confusão tem sido feita com diferentes distúrbios e déficits, o que é lamentável, pois tratar os índigos equivocadamente com remédios como a Ritalina (metilfenidato) e anti-depressivos, pode simplesmente matar seus maiores dons, afetando todos o seu campo energético, inibindo e atrofiando certos potenciais, sufocando sua criatividade, vale dizer sua alma e domesticando seus sentidos e seu corpo. Temos uma imensa responsabilidade diante destas novas gerações que precisam fundamentalmente que sejamos todos cientistas de uma nova época, com espíritos aberto seja como pais, como educadores ou como governantes no sentido de nos dedicarmos a conhecer e pesquisar mais e mais sobre o tema visando produzir de fato conhecimento e sabedoria que possa ser aplicada para receber adequadamente essas gerações, apoiar e facilitar seu desenvolvimento e favorecer a manifestação dos potenciais maravilhosos que nos trazem. Temos muito que aprender com eles. Eles não são seres melhores ou superiores a ninguém, também não são erros da natureza, são apenas diferentes. E suas características diferentes têm uma razão de ser: cumprir uma missão específica, romper padrões, rever valores e crenças caducos e impeditivos de uma evolução e ativar a mudança necessária para criarmos um mundo mais justo, amoroso e pacífico.
Se esta é a missão como poderiam vir seres com características que não estas que estamos vendo? Já ouvi comentários de pessoas que soaram quase como um alerta para mim: olhe bem, existem índigos que vem com aparência de índigos, mas que não são índigos! Bem, então eu respondo, sim isso é perfeitamente possível, uma vez que todos nós fazemos parte de um processo evolutivo bem dinâmico e rico, devemos portanto estarmos atentos e abertos a identificar estas diferenças e a lidarmos com elas. Porém eu também aproveito para enfatizar que estes seres referidos têm algumas características semelhantes aos índigos e não são índigos, então que fique claro: eles não são índigos! São seres humanos que possuem diferenças bem significativas, passíveis de identificação pelos que estudam o tema e se dedicam a pesquisa com seriedade, com espírito científico verdadeiro e, portanto, de forma ética acima de tudo.
Por que estamos em meio a uma etapa crítica de nossa evolução é que tantas pessoas resistem ao novo, pois já estão sendo sacudidas por suficientes mudanças e exigências, e não conseguem assimilar mais novidades. Estas pessoas e grupos já guardam suficientes marcas de sofrimentos, de dores em sua trajetória. Por isso estão traumatizadas pelo fantasma do medo e querem afastar tudo que sugira abalar algumas poucas certezas que ainda lhes restam.
Mas, é pelo mesmo motivo que uma outra parcela cada vez mais numerosa da população da Terra, ao mesmo tempo que reconhece a eficácia e a performance da ciência se recusa a reduzir a ela sua visão de mundo. Ricardo Semler, um adulto índigo, ou se quisermos, apenas um adulto representante destas novas gerações de consciência expandida, tem mostrado de forma ímpar ao mundo, a que vieram estas gerações. Ele afirma o seguinte, em seu livro “Você está louco”: a vida que já vivi me levou a constatar que as respostas-padrão servem à manutenção da ordem existente. Servem para criar a sensação de controle, de ordem, de disciplina. São como as senhas, como o ato de fazer crianças decorarem tabelas periódicas e outras informações que nunca usarão. E são esses mecanismos antropológicos de conservação que impedem a mudança acelerada da sociedade.
Provavelmente uma boa coisa, já que as pessoas lidam mal com o excesso de novidades. A velocidade de assimilação não se compara com a do avanço da tecnologia. E esse descompasso gera o mal estar – lembra um ditado árabe que a alma viaja a camelo. Ou seja, não adianta correr com a tecnologia, os humanos demoram mesmo para acompanhar.
Vivemos em um mundo predominantemente de terceira dimensão onde prevalece a polaridade bem e mal, certo e errado, dia e noite, claro e escuro… Estamos evoluindo para a quarta dimensão onde com a consciência expandida nos levará a perceber esta realidade de outra forma, com mais distanciamento assim como acessaremos outros níveis de realidade existentes e possíveis e, seremos capazes de unificar, de reunir aquilo que nesta dimensão temos necessidade de separar para tentar explicar e compreender. Somos humanos, temos limitações, somos passíveis de erros porém não devemos persistir em alguns erros que nossa história já nos mostrou serem deveras perigosos a nossa sobrevivência.

Portanto cuidemos de nossas novas gerações, com todo o respeito, com o amor que eles merecem.
Questionar e perguntar-se sempre, mas ignorar, recusar-se a ver, a encarar de frente, a se dispor a aprender é um erro fatal, não apenas para uns, mas para todos nós.
As novas gerações, não importando com que nome vamos nos referir a elas, são o potencial que ansiamos para criar o céu na terra, um mundo de paz e harmonia. Não desperdicemos essa verdadeira dádiva que nos está sendo proporcionada pela vida e por seus mistérios, os quais continuarão sendo mistérios até que provem o contrário…

www. ingridcanete.com.br

Crianças Cristal

Dando seqüência aos estudos sobre crianças da Nova Era, trazemos aqui algumas informações básicas sobre as Crianças Cristal, que são muito recentes no planeta e vibram em freqüência energética ainda mais elevada do que a dos Índigos. Quem nos fala dessa geração muito sutil é Ingrid Cañete, psicóloga especialista no tema, e representante do Brasil na Rede Latino Americana Índigos.

Cristal: uma geração em auxílio aos Índigos
Em artigo anterior aqui no Absoluta (“Índigos, as crianças de uma Nova Era”), falamos sobre as Crianças Índigo, e procuramos oferecer alguns esclarecimentos iniciais sobre esse tema. Agora, pretendemos seguir com ele e ampliá-lo falando sobre as Crianças Cristal, já que inúmeros são os pedidos e perguntas a respeito.
Cabe esclarecer, primeiramente, que essas nomenclaturas são apenas uma terminologia utilizada para fazer referência a crianças e jovens que estão nascendo em número cada vez maior, em todo o planeta, e que possuem características físicas, psicológicas e espirituais diferentes. As Crianças Cristal são assim denominadas devido à uma determinada freqüência energética ainda mais elevada do que a dos Índigos e à uma coloração branco cristalina que compõe sua aura, ou seja, o campo energético que envolve seu corpo físico.
Segundo a Dra. Doreen Virtue (Doutora em Filosofia, Metafísica e Conselheira psicológica, autora de mais de 20 livros nos EUA), as Crianças Cristal possuem uma aura multicolorida opalescente, com toques pastel, seria algo como ver um cristal de quartzo através de um prisma. Essa geração está chegando em número maior ao planeta Terra, desde 1995, e são crianças fascinadas pelos cristais e pedras, o que também está relacionado ao nome Cristal com que se faz referência a elas.

As características destas Crianças são as seguintes:

• Possuem olhos grandes, um olhar intenso e profundo.
• Possuem personalidades atraentes.
• São muito carinhosos.
• Começam a falar mais tarde na infância.
• São dotados de um grande sentido musical e podem começar a cantar antes de falar.
• Comunicam-se utilizando a telepatia e a linguagem de sinais, criada por eles mesmos.
• São facilmente diagnosticados como autistas ou com Síndrome de Asperger.
• São emocionalmente equilibrados, doces e amorosos.
• Perdoam facilmente aos demais.
• São altamente sensitivos e empáticos.
• Sentem forte conexão com a natureza e com os animais.
• Mostram habilidades para a cura.
• Grande interesse por cristais e pedras.
• Falam freqüentemente com anjos, guias espirituais.
• Manifestam memórias de vidas passadas.
• São grandes artistas e muito criativos.
• Preferem comidas vegetarianas e sucos de frutas ao invés de comida “normal”.
• Costumam ter um incrível sentido de equilíbrio e podem tornar-se hábeis alpinistas e exploradores.

Sandra Aisemberg e Eduardo Melamud nos apresentam algumas diferenças entre Índigos e Cristais:

• São mais sensíveis e delicados.
• São mais perceptivos e com dons psíquicos mais ativados.
• Possuem um acentuado sentido de propósito de vida global.
• Demonstram congruência entre coração, mente, palavras e ações.
• Possuem paixão pela vida, pelo amor, pela justiça.
• Sentido agudo de serviço e de ajuda humanitária.
• Não julgam, por natureza.
• Forte sentido de humor.
• Necessitam água, natureza, arte, roupas de fibra natural, exercícios físicos e de um ambiente seguro, tanto física quanto emocional, psíquica e espiritualmente.
• Necessitam de adultos emocionalmente estáveis à sua volta.

Diversos autores referem que as Crianças Cristal foram muito beneficiadas pela vinda anterior dos Índigos e que teriam preparado o ambiente provocando mudanças energéticas favoráveis à sua chegada. Quer dizer que os Índigos foram chegando e transformando, principalmente com sua presença, a energia mais densa do planeta em energia mais sutil, o que facilita de algum modo a chegada dos chamados Cristais.
É importante comentar que muita confusão ainda é feita quando tentam separar Índigos de Cristais, para melhor explicar. Nós queremos contribuir para minimizar estas confusões e dúvidas. Na verdade, estamos presenciando e testemunhando a evolução da espécie humana neste planeta, e todos nós somos capazes de perceber que as crianças e jovens “não são mais os mesmos”, nas palavras de alguns pais e de professores também. Quer dizer, percebemos que as crianças e jovens vêm evidenciando as mudanças de nossa espécie, sejam elas físicas, psicológicas ou espirituais, independente de sabermos qualquer coisa sobre Índigos ou Cristais.
Existem adultos Cristais, assim como adultos em transformação, passando de Índigos para Cristais nesse momento, inclusive também os pais destas crianças em razão da convivência com elas, pois assim seu processo de evolução se acelera. Só que estes são em menor número ainda.

Espectro da Consciência Universal – Pois bem, todos nós sabemos que nossa essência é pura energia que se materializou sob forma de corpo humano e que tudo o mais que existe, sejam outros seres ou objetos, tudo é essencialmente energia materializada de diversas formas e com diferentes graus de consciência, certo?
Então, para que fique mais fácil compreender essas questões ligadas aos Índigos e Cristais e suas respectivas freqüências, é preciso entender que, quanto mais evolui a espécie humana, mais ela expande sua consciência, e consciência é energia. Podemos falar em um espectro da consciência, conforme nos explicou Ken Wilber, e esse espectro é basicamente comparável, por analogia, à luz branca que, conforme a luz que incide nela, e conforme olharmos, veremos facetas e reflexos multicoloridos. Assim, também podemos dizer que os Índigos possuem a presença de uma coloração azul Índigo em sua aura porque eles acessam naturalmente essa freqüência, neste espectro da Consciência Universal e que os Cristais possuem uma predominância da coloração branco cristalina com reflexos multicoloridos porque eles acessam essas freqüências. Entretanto, essas freqüências estão disponíveis a todos nós, independente de sermos ou não Índigos ou Cristais.

O que é preciso para acessá-las?

É preciso que nos dediquemos a expandir nossa consciência, a buscar a nossa evolução espiritual. A convivência com os Índigos e Cristais acelera esse processo e, por isso eles, vieram e continuam vindo, justamente para acelerar o processo de evolução da humanidade.
E já que falamos em espectro de consciência e de energia, me parece que fica mais fácil compreender que, antes da freqüência Índigo, existiram outras freqüências vibracionais e que, logo antes delas, veio a freqüência Índigo-Violeta que tinha como missão preparar o ambiente para os Índigos e que, agora, estão vindo os Cristais com a missão de ajudar os Índigos a promover a paz na Terra. E, é claro, já havia crianças e até mesmo adultos Cristais antes de 1995 na Terra, mas eram bem poucos, raros mesmo.
O mais importante é entender que a espécie humana segue evoluindo e que, mais e mais, mudanças estarão ocorrendo e aparecendo em termos de características manifestas nos seres humanos.
As Crianças Cristal são particularmente telepáticas, embora essa capacidade acentuada se manifeste também nos Índigos, o que os diferencia é apenas uma questão de grau, de intensidade. Aliás, como são telepáticas, ou seja, se comunicam direto de uma mente para outra, elas geralmente começam a falar mais tarde. O que nos indica que no futuro teremos um mundo onde as relações e comunicações se darão de forma mais rápida, mais instantânea e mais intuitiva e sensitiva, as palavras serão menos importantes. Normalmente elas se comunicam assim com os pais, encontram uma linguagem baseada em sinais aliada à telepatia, e tudo vai bem. Os problemas e dificuldades começam quando os profissionais de medicina ou educação começam a julgá-los e dizer que são anormais.
Essa característica de comunicação telepática tem gerado interpretações errôneas por parte de professores, psicólogos, médicos, etc., e também muito sofrimento e constrangimento para as crianças e para os pais.
É preciso que todos nós nos preparemos para aprender a conviver e aprender com estas novas gerações, é urgente que os pais ajudem a promover uma mudança nos modelos educacionais, que deve começar com uma transformação nos cursos que preparam professores, educadores, e é claro que médicos e psicólogos terão que se preparar também.
Será preciso saber diagnosticar de forma correta e precisa, distinguindo bem um indivíduo Psicopata de um indivíduo Índigo, uma criança Autista de uma criança Cristal, pois esses diagnósticos são relativamente simples de se fazer desde que busquemos as informações e estejamos com a mente e com o coração abertos para receber essas informações e, principalmente, para receber esses seres diferentes e tão amorosos, tão pacíficos e iluminados. Eles vêm para dar amor, para promover a paz, a harmonia, basta que estejamos abertos e receptivos.

Ingrid Cañete – www.ingridcanete.com.br