o que é THEASOFIA – TEASOFIA OU THEALOGIA -TEALOGIA

THEASOFIA – TEASOFIA OU THEALOGIA -TEALOGIA

No termo Theasofia, o significado de Thea/Tea é ‘deusa’, e Sofia/Sophia significa Sabedoria ou Saber – Assim, é a Sabedoria da Deusa, ou sabedoria do princípio divino feminino. A sabedoria sobre o caminho do despertar do Poder Superior, ou seja o lado ou o polo feminino do divino, do sagrado, Absoluto. São os Saberes e Práticas da verdadeira SABEDORIA e ESPIRITUALIDADE FEMININA.

Theasofia é um conjunto de saberes e conhecimento que englobam ciência, psicologia, sabedorias antigas, mitologia, religiosidade. É um saber que vem da antiguidade, considerado universal e eterno e, assim, se une aos conhecimentos mais modernos da ciência da psicologia e filosofia humana, se constituindo na sabedoria que esta presente na origem e por isso, muitas vezes oculta, dos grandes sistemas de filosofias, de crenças, religiões e ciências (também de curas) da humanidade. A Theasofia tem esta caraterística multidisciplinar e interelaciona diversas tradições e culturas.

A Theasophia inclui a Ginesophia ou Ginesofia, os saberes ou sabedoria sobre a mulher, o feminino.

Theasophia significando literalmente o Saber Divino Feminino, Sabedoria das deusas constitui também a Theagonia, genealogia das ‘deusas’. Neste caso as hierarquias, ou subaspectos (ou subarquétipos) do arquétipo do Princípio Feminino Essencial: O Grande Feminino. A palavra THEA, em grego significa uma ‘deusa’, mas não é no de Absoluto ou Absoluta, o Princípio, A Verdade Absoluta,  “Deus”, no entendimento religioso moderno. Deusa’ aqui  é SHAKTI, PRAJNA, o Grande Feminino, o princípio ou aspecto feminino transcendente, sagrado, a Alma Cósmica, Universal, A origem manifestadora, empoderadora, ‘animadora’  das formas, mas não o Todo, não a Totalidade, não a Unidade, é sim uma das polaridades ‘descendentes’ desta totalidade, assim como “Theo”, traduzido como “Deus”, mas não na idéia hoje entendida como “Deus”, mas sim o Espírito Universal, A origem da consciência das formas, mas também não o Todo, não a Totalidade, a outra polaridade ‘descendente’ ou deste Todo.  A união, a integração dos dois é que revela a Unidade Absoluta que está além da Alma, do Espírito, é o Não-Ser, o Vazio e a Plenitude de tudo o que existe, existiu e o que ainda existirá.

Assim Thea, é Prakriti, é Shákti e significa, na sabedoria indiana,  o poder de  ‘deus’. Neste sentido ‘deus’ aqui é a polaridade, o Princípio Feminino, o Espírito. O Poder superior, a Shakti é representada também a ‘consorte’ de um ‘deus’. Na trindade ou Trimurti hindu, Párvati é a shákti de Shiva (a consciência ou deus que transforma ou destrói o universo),  Lákshmi a de Vishnu (a consciência ou deus que mantem o universo) e Sarasvati a de Brahma (a consciência ou deus que cria o universo). Assim, Parvati, Lákshimi e Sarasvati são os Poderes Superiores que ‘realizam’, que manifestam as consciências de transformação ou destruição, continuidade e criação ou recriação do universo. Shakti é a força e a energia nas quais o universo é criado, preservado, destruído e novamente recriado.

Este sistema indiano de divindades se refere à Shakti como a manifestação da energia total ou inteligente, o Poder Superior. Shakti, a deusa mãe, também conhecida como ambaa (mãe), ou devi (deusa). É considerada a personificação da energia cósmica ou Poder Supremo em sua forma dinâmica.

Shakti, como “Deusa” é adorada em várias formas, como o aspecto feminino de uma divindade ou da Consciência Cósmica e Terrena.

Thealogia e Theasofia é um termo ocidental –  é o estudo e práticas psíquicas e transcendentes – específicas de orientação do poder essencial, vital, mental (e psíquico) e espiritual para despertar do poder-sabedoria femininos, ou seja, da Consciência Plena, neste caso, das mulheres. É o conhecimento das práticas para redirecionar a energia, dominá-la, manifestá-la para realização de um propósito espiritual ou cura específica. e inclui a thealogia ou tealogia significa estudo da deusa –

Assim Theasofia, é também Shakti Vidya – pela linguagem e sabedoria oriental indiana. Theasofia é o nome em grego da Sabedoria Iniciática Feminina, é a sabedoria das grandes sacerdotisas (mahashaktis), xamas, curadoras e ‘senhoras’ dos círculos de mulheres em todo o mundo – porém ocultados pelas tendências e necessidades mais paternalistas – sobre essência do despertar do poder e consciência plena feminina ou do feminino transcendente.

Theasofia é também Qoya Yachay – 

Obs:

Muitos já conhecem o nome teosofia ou Theosofia.  Theo significa ‘Deus’, A Sabedoria Divina ou Sabedoria ou conhecimento de ‘Deus’. É também um termo que designa diferentes doutrinas místicas e iniciáticas de sentido esotérico (mais oculto). Este nome “aparece no terceiro século da nossa era, cunhado por Amônio Sacas, fundador da Escola Eclética de Alexandria e pai do Neoplatonismo. Seu conceito porém existe há mais tempo. Diógenes Laércio comenta que ele já era conhecido antes da Dinastia Ptolomaica do Egito e nomeia como seu formulador um hierofante chamado Pot Amum. Na Idade Média, Jacob Boehme era conhecido como um teosofista, e o termo novamente foi utilizado nos Anais Teosóficos da Sociedade de Philadelphia, publicado em 1697, encontrando ainda correspondência na filosofia hindu, onde “teosofia” equivale a Brahma-Vidya, conhecimento divino. A palavra ganhou notoriedade a partir da fundação da Sociedade Teosófica por Helena Petrovna Blavatsky e outros, em 1875: “…Saber Divino”, Theosophia é Sabedoria dos deuses, como (Theogonia), genealogia dos deuses.”

 

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