O útero – o portal do sagrado feminino ou cálice sagrado ou portador do fogo sagrado – como libertador da mulher, porém escravizado pela sociedade patriarcal

O útero – o portal do sagrado feminino, cálice sagrado ou portador do fogo sagrado – como libertador da mulher, porém escravizado pela sociedade patriarcal

(em desenvolvimento) O útero é o cálice (vaso) ou taça sagrada, um templo da feminilidade integrada. É a porta de entrada para a verdadeira espiritualidade feminina, a conexão com sua alma e sua real vida. É a nossa ligação com a Mãe Terra, com seu poder, sabedoria e os seres que a protegem e a servem. É a nossa capacidade de receptividade, generosidade e reciprocidade com a energia e com as consciências superiores e terrenas.  

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Este momento que estamos vivendo, em que o mundo precisa ddo poder, da força feminina superior de amor, amor (e não apego) de mãe, de irmã, de companheira, de sacerdotisa, é necessário reintegrar-nos a nosso útero, nossos ovários, eles são nosso mais essencial poder, que nos inicia, que nos sintoniza com o sagrado e com toda a sabedoria. Mesmo que a mulher, por algum motivo de doença, precisou retirar o útero, sua essência, a base (como uma parte do DNA) ainda está lá e precisa ser reconectada a consciência da mulher. O Útero é o receptáculo, o sustentador do fogo sagrado que purifica, protege, transmuta a mulher, que assegura sua sintonia com os mundos da Terra e do cósmos. A mulher é a única que possui um orgão capaz de ligara diretamente ao mundo divino! Porém a grande e imensa maioria das mulheres não sabe o que realmente isso significa, pois a cultura ‘espiritual religiosa’ patriarcal, antes ainda da sociedade material patriarcal, ‘prenderam’, ‘escravizaram’ o útero da mulher. Prenderam e escravizaram a feminilidade sagrada, impedindo inclusive que a mulher pudesse acreditar nesta sua sacralidade essencial. Com isso ela se faz ‘masculina’, até mesmo quando resolve se voltar a vida espiritual.

calice utero taça vaso sagrado feminino

A história e os detalhes sobre este aprisionamento é um grande mistério que ainda se tenta (por aqueles e inclusive aquelas que estão totalmente tomados pela convencionalidade, não só da vida comum, mas infelizmente muitos ainda também da vida que chamam de ‘espiritualizada’) manter escondido, em segredo. Acredite, até existem bons motivos para isso, mas é chegado o momento (principalmente após uma grande ‘reconexão’ de ‘forças’ conscientes femininas, em 2012) de determinados saberes serem explorados.

Há muito desejava deixar aqui uma ‘iniciação’ a um dos maiores mistérios da espiritualidade feminina, encerrado a ‘7 chaves’ em mosteiros incrustados nas pedras do Himalaia, em secretos círculos da Sibéria e também em monumentos sagrados do Egito, da América Central e Sul guardados pela antiga e original civilização Tolteca* (a última sub-civilização da era dourada da Atlantida).

* Na atualidade quando se fala da civilização Tolteca, diz-se ter estado no México, porém apenas o restante (e já bem menos desenvolvida) dessa civilização se encontrava lá. Antes da destruição final da civilização Atlante, um grupo liderado por iniciados Toltecas (terceira sub- civilização Atlante) emigraram para a América e Egito levando sua sabedoria, porém já deixando determinados conhecimentos (principalmente relacionados a magia e teurgia) sob segredo, expondo apenas a iniciados e iniciadas. Isso se deve a ter, estes conhecimentos, serem usados para fins maléficos, egoístas, individualistas e destrutivos. Os Toltecas estiveram presentes desde o Mexico até o sul da América do Sul influenciando as novas civilizações que apareciam ali, porém muitos de seus conhecimentos foram perdidos por estes novos povos. O mesmo aconteceu na Asia (Índia e China) que, apesar de também terem sido influenciadas por grandes sábios desta grande Tradição (que envolve estes povos) não manteve presente e público muitas ‘partes’ deste conhecimento que, desde 12000 atras já começava a decair, com o advento da nova civilização a chamada ‘Ariana’. A Índia e a China ainda seguiram mais tempo, porém muito foi escondido para não ser mal usado. Na Sibéria entre os Xamas da região de Altai também ficou restrito, assim como entre os Incas, Maias, Astecas etc. Estes conhecimentos já vinham de grandes sábios que traziam seus ‘ensinamentos’ da região entitulada hoje de Deserto de Gobi e se ‘instalando’ depois pela Sibéria e pelos Himalaias. Dentre os poucos conhecimentos que foram deixados foi a ‘previsão’ ou ‘revelação’ de que esta época que estamos vivendo é uma época de grande mudanças que para uns pode significar uma vida mais livre, bem menos limitada a matéria, as emoções e a razão. A possibilidade de intuir de reintegrar as capacidades de conexão com os demais mundos, além do material, é uma das melhores e maiores dádivas desta época. Porém, para isso é necessário que o que se considera ‘sombra’ seja ‘encarada’  e transformada em Luz; ou seja a Luz não aparecerá sem encararmos o nosso lado não luminoso, os medos, os apegos, as aversões, as indiferenças, os desejos egoístas, os auto enganos. Outra ‘previsão’ ou ‘revelação’ era de que, se houvesse um ‘quantun’ de consciência neste mundo suficiente, tais conhecimentos, que antes foram ‘escondidos’ seriam revelados. Este tempo começou com mais ênfase na década de 60, mas devido a este ‘quantum’ de consciência (humana) ainda não estar num ‘nível’ adequado a poder bem utilizar de determinadas sabedorias, pouco está sendo exposto.

Tula – Capital Tolteca no Mexico

Muitos de nós acreditam que, pela grande exposição de conhecimentos orientais e de nativos americanos, todos estes conhecimentos já estão disponíveis para quem procurá-los, mas tudo o montante destes conhecimentos são apenas a ponta do iceberg que inclusive, muito disso já está meio contaminado, pois tais conhecimentos , principalmente os registrados nas ‘escrituras’ são interpretações e ‘edições’ dos conhecimentos originais. Tais saberes originais são destes grandes e santos mestres que guiram a humanidade ainda nos tempos aureos da Atlantida. Após sua queda a nova civilização que chegava deveria aprender a interagir melhor com a matéria, lidar melhor com os sentimentos e desenvolver a mente concreta. Desta forma, determinados saberes foram deixados de lado com a promessa de serem retransmitidos quando a hora chegasse.

Graças, principalmente, aos mestres (as) da Asia, alguns povos, grupos ou indivíduos que tinham o guardado os resquícios de um tempo de onde espiritualidade e vida comum ou seja ‘sagrado e profano’ era uma coisa só, puderam ter acesso a conhecimentos que poderiam levá-los a algo mais profundo e avançado. Porém pouquíssimos, contados a dedo, conseguiram ter abertura, receptividade, vontade de servir divinamente e, ou consciência suficiente para realmente ir além. Estes foram então, ‘atraídos’ a sabedoria original que também não se mostrou completa, pois a hora não havia chegado. Quando este tempo chegasse outros ‘mestres (as)’ de outra etnias, como siberianos e os que sofreram por colonizações e destruição de seus povo, como s nativos das américas também voltariam a abrir este conhecimento. Este tempo chegou, mas a consciência dos povos não evoluiu o suficiente para tais conhecimentos serem totalmente ‘liberados’.

A maior parte destes conhecimentos que se tornaram secretos (há mais de 12000 anos) está em relação a mulher ou a espiritualidade da mulher que era uma coisa só. A palavra espiritualidade aqui se relaciona mais ao contato, a conexão  e ‘trabalho’ com o ‘espiritual’, ou seja, os mudos além do físico. Isso acaba por derivar em outros aspectos ‘espirituais’ das mulheres, mas é a base que foi ‘alterada’ no fim da Atlantida. No auge da Atlantida o que definia exatamente o feminino do masculino era o feminino estar ligado de forma direta, natural ao mundo não visível e assim, estar relacionado ao interno, ao superior (porém não o Absoluto, mas o que liga ao Absoluto), mas também ao inferior e o masculino, a matéria e a mente racional (que não tinha ainda grande desenvolvimento) e ao propósito. Mas antes de continuar é importante entender que nesta sabedoria  quando se fala em mundo superior e inferior não que dizer mundo do bem e mundo do mal, pois ainda para esta sabedoria, o bem e o mal pode ser encontrado em qualquer tempo-espaço. Apenas quando tempo-espaço é igual a zero ou vazio não existe mais nenhuma dualidade. Outra observação é que masculino e feminino não quer exatamente dizer homem e mulher, pois tanto no homem como na mulher essas duas polaridades aparecem, porém de forma inversa:

Agora, um paradoxo: Uma mulher normal (não exatamente comum, porém normal, natural) o feminino é a sua essência (o que ela de expressar) e o masculino sua latencia (o que ela deve despertar), no homem o oposto. A mulher, assim deve vivenciar em seus corpos (corpo físico e sutis)  o feminino, a feminilidade em toda a sua plenitude, para que enfim o masculino (que está no interior) possa ser revelado. Já, no homem, ele deve vivenciar a plenitude masculina, para despertar o feminino. O segredo está na ligação, na união entre estas duas polaridades, que também deve ser vivenciada (após a plenitude de expressão de sua própria essência), pois só assim, através do que se pode chamar da projeção do oposto, este poderá ser integrado. Porém, esta ligação, esta capacidade de união, dependerá de uma capacidade feminina, o poder do amor, que somente pode ser alcançada na vivência plena do feminino pela mulher e através desta integração do homem. Este é um grande paradoxo!  Mas não termina aí, pois a vivência plena do feminino também só é possível se ela transformar apego em amor que também apenas acontece se a mente racional puder ser experenciada além das emoções. Essa mente racional é a mente ou corpo masculino que, mesmo ainda devendo ser superada pela mente abstrata ou de síntese para despertar o poder do amor, ela é sua escada, seu caminho, seu veículo impressindível. Assim, tanto masculino como feminino fazem parte da vivência do homem da mulher para despertar a plenitude. O problema está em que tanto masculino como feminino tem também a polaridade luminosa e sombria e quando um ou outro (o feminino ou masculino) faltam, são reprimidos, obstruídos ou mal explorados a polaridade sombria aparece. Por isso, na época do fim da Atlantida, o feminino ‘emocional’, ou melhor o apego, imperou facilitando a ascensão posterior do ‘racional’ (masculino), que por associado ao emocional, gerou a aversão, e a ascensão do ego junto a uma desconexão com o mundo divino e o mundo interior.

Agora, em nossa civilização, ainda bem jovenzinha em relação a Atlantida (que teve milhares de anos) o radicalismo também imperou, forçando assim também a ascensão novamente  do feminino, com a diferença de que o que se busca é a harmonia, o equilíbrio contínuo e não da absorção de uma polaridade (antes feito pela Atlantida matriarcal) ou dominação (imposto pelo Arianismo patriarcal). Não há mais espaço para a limitação ou má exploração de nenhuma das polaridades, é preciso que agora, o feminino positivo, o poder e sabedoria do amor se una ao masculino positivo, a vontade ou propósito superior para que nasça a compaixão, a confraternidade entre os seres de todo o universo. É está a missão deste planeta neste momento: reintegrar o feminino, o poder interior (de amor, sabedoria) à vontade suprema de autorealização! Para isso é necessário, já que quem ‘encarna’ o feminino é a mulher, refazer a conexão (da mulher) perdida na Atlantida. A ‘desconexão’ ou ‘dessintonização’ acabou por ‘aprisionar’ o poder da mulher. O poder interior que a fazia intermediária entre o mundo dos humanos e o mundo dos deuses e o da mãe terra com os ‘espíritos’ da natureza, elementais e com isso ser auxiliadas e servida por eles etc. Quando os poderes das mulheres começaram a ser usados para fins ‘egoístas’, individualistas, destrutivos, o mundo dos deuses e da mãe natureza não mais podia fazer da mulher seu intermediario cortando o poder de conexão. Este poder de conexão iniciava-se, tinha como base o útero (e a ligação da pituitária com ele). A ‘energia’ que antes ascendia, agora seria ‘perdida (ou iria ‘descender’) ‘ assim como acontecia com o homem. Mas para a mulher, isso não era o natural, a mulher seria então posta como ‘inferior’ ao homem e isso levou a toda a dominação ocorrida milênios depois, até hoje. As mulheres começaram a nascer com seus úteros ‘escravizados’ energeticamente, sendo tais úteros, com o passar das gerações, ‘materializando’ essa escravidão levando a mulher a perder físicamente o seu poder, através da menstruação. Sabe-se que a o sangue menstrual é rico biologicamente, afinal era ali que se nutriria, se sustentaria um novo e complexo ser. Muitas mulheres curandeiras, ‘bruxas’ (já na civilização Ariana) usam seu sangue como adubo, por exemplo, em suas hortas e herbários. Pode também ser utilizado magicamente (infelizmente, geralmente para questões materiais e emocionais, escravizando ainda mais a mulher). Porém a mulher na Atlantida não perdia seus óvulos. Ou eles eram usados  (inclusive, muito mais ‘potente’ gerando melhores e mais saudáveis corpos)  para gerar um filho (e não muitos) ou para que fosse ‘ascendidos’ e transformados em ‘elixiries vitais’ para ajudar ela mesma a ascender espiritualmente (mais consciência)  ou para ‘materializar’ o mundo. No útero, o óvulo, que pode gerar um corpo altamente evoluído tem um poder muito mais forte quando, através desta energia uterina, ser dirigido aos níveis não físicos.

É importante entender que, ou a mulher consegue, através de praticas, ‘reintegrar’a energia destes óvulos ou ela deve então menstruar.  Ao reintegrar a energia feminina ela realiza a purificação necessária para seu corpo físico e etérico, assim como quando ela menstrua. Desta forma, ela não deve tomar remédios para parar a menstruação. A menstruação ajuda a haver saúde. Muitas vezes acontece de uma atleta parar de menstruar porque esta energia vai ser usada para dar força física. Mulheres mais mentais também podem usar mais desta energia e menstruar menos. Estes são os desvios mais comuns que também precisam ser observados e regulados com as práticas. A menopausa, também nao resolve o problema, pode ainda piorar e por isso facilita determinadas doenças, tendo também a necessidade de recorrer a prática. Assim a menstruação também é importante, mas no caso de não se transformar a energia basica continua nos ovários e útero. Deve-se conhecer a treinar as práticas que, além de ajudarem a mulher agora, serão úteis para as próximas gerações que poderão nascer mulheres já reintegradas nesta essencia.

Sábias pré-tantra (indiano), pré-taoítas e toltecas passaram tais conhecimentos a círculos muito seletos de mulheres. Mulheres que precisavam já ter um ‘dom’, que ainda guardavam em si uma fortíssima ligação espiritual, mas ainda escravizadas pela sociedade já patriarcal a qual pertenciam. Ao ler procure muita flexibilidade, pois é um assunto muitíssimo mais complexo do que se imagina, levando, muitas vezes, a maus entendimentos. O que está aí é uma parte de um conhecimento e sistema com diversas variáveis e de forma alguma é algo ‘exato’ sem exceções ou opções. Deixo também o link para outros textos para que se possa ter uma idéia um pouco melhor sobre o assunto.

Não devo me estender mais aqui sobre isso, mas deixo abaixo um outro artigo que comenta sobre uma parte deste conhecimento que foi exposto por pessoas que tiveram contato com a sabedoria Tolteca. Tal artigo desenvolve o assunto com palavras e idéias referentes a uma parte deste assunto iniciei aqui. Lembrando que algumas terminologias e a autora Florinda já fazem parte de uma geração de ensinamentos muito tardia que adquiriu este conhecimento com uma abordagem específica pela época e ciclo e que existem diversas outras abordagens e reinterpretações desta sabedoria. Desta forma fiz comentários (ver em italico) e explicações para melhor entendimento. Quis deixar o texto para que houvesse também a referência de outro autor/a.

Para as feiticeiras ,toltecas, útero “escraviza” mulher

Fonte: http://cleofas.com.br/
(shakti: estas mulheres eram chamadas de ‘Brujas”)
Um dos mais intrigantes livros que fala sobre a mulher e seu corpo foi publicado em 1993 pela editora Record, no selo Nova Era. Fora de catálogo desde 98, a obra só é encontrada hoje em pouquíssimos sebos. “Sonhos Lúcidos” foi escrito pela alemã naturalizada norte-americana Florinda Donner-Grau, antropóloga e seguidora de Carlos Castaneda (autor do cult “A Erva do Diabo”). Como ele, Florinda também foi “engolida” pelo grupo que estudava: os feiticeiros e feiticeiras toltecas. Em vez de apenas estudar a cultura desse grupo, para fins de mestrado, ambos acabaram se tornando parte dele.
(shakti: entre os toltecas originais não haviam praticamente ‘feiticeiros’ mas pessoas iniciadas,sacerdotes e sacerdtisas. A palavra feiticeiro hoje é mais usada entre os povos desta região p/ magia negativa)
Segundo o livro, os toltecas viveram numa região que vai do México setentrional até o norte da América do Sul cerca de 7.000 anos atrás. O auge dessa civilização teria ocorrido há cerca de 4.500 anos.
(shakti: os toltecas se infiltraram por grande parte da América do sul. O Auge da civilização Tolteca original foi há muito mais tempo, o que aconteceu há mais de 5000 foi um momento de exposição dos conhecimentos para as civilizações mais novas, com o aparecimentos de mestres que ensinaram o que precisava ensinar para aquela época e pessoas)
Quando os espanhóis chegaram, feiticeiros e feiticeiras foram massacrados em nome de Cristo, como conta a história. A maioria dos registros desse grupo tolteca foi exterminado. (shakti: nao foi ‘exterminado’ tudo, mas foi ‘recolhido’ e guarado para nao ser mal explorado) Florinda, bem como Castaneda, que teria morrido em 98 (apesar de seu corpo ou seus restos nunca terem sido encontrados, além de seu atestado de óbito ter sido falsificado), foram iniciados neste conhecimento, por uma linhagem de sobreviventes. E também se tornaram feiticeiros.
O útero
A base do conhecimento das feiticeiras era que a mulher foi “escravizada” e “submetida cultural e emocionalmente” aos homens, desde os tempos imemoriais, por causa de seu desconhecimento de “funções mágicas” do útero. Segundo elas, esse órgão é muito mais misterioso do que qualquer mulher contemporânea possa imaginar. Gerar filhos seria apenas uma dessas funções _e, afirmavam, bastante destrutiva para o que chamavam de “totalidade do corpo energético” feminino.
(shakti: aqui há um radicalismo, pois gerar filhos não é destrutivo para mulher, mas a forma de educa-los, a relação apegada – que muitas vezes é chamada de amor, mas é apego.., a necessidade mais biologica e emocional de ter filhos e não com um verdadeiro propósito divino … e ainda, por isso, deixar ou não experenciar a vida ‘espiritual ‘- que nao é ir numa igreja ou centro espiritualista uma vez por semana ou menos – tudo isso e outras muitas coisas é que realmente são ‘destrutivas’ para a orientação ou ascendência da ‘energia’ para evolução espiritual da mulher. )
Traduzindo: as feiticeiras não deveriam nunca ter filhos. Mais: não deveriam nem sequer manter relações sexuais, uma vez que, com elas, seus úteros seriam “contaminados” pela energia masculina _altamente prejudicial para o seu propósito.
(shakti:  essas palavras também são muito radicais…. a mulher pode ter relação com um homem, mas precisa de determinados cuidados e um tipo de percepção diferenciada em relação a isso, também nao deve transar e pensar em transar com todos os homens que sente atração e deve ter cuidado com os ‘apegos sexuais’ algo que culturalmente a mulher atual herdou da cultura masculina. Nao é uma questão de moral, é ‘energia’! Os homens também nao deveriam ter este comportamento pelos mesmos motivos. A idéia de virgindade foi deturpada, pois a ‘deusa ou mulher sagrada ou virgem’ seria aquela que vive além dos desejos e apegos, que está ‘entregue’ a dividade ou vida espiritual, que ‘seve’ ao mundo superior. É a sua alma, sua alma esta somente ‘entregue’ ao divino, podendo viver uma vida normal, ter filhos, marido ou somente namorado trabalho etc. A Diferença está na forma como ela percebe, sente, vivencia isso. Esta mulher é livre, mas totalmente espiritualizada, não é escrava das paixões, se prendendo a um homem ou aos filhos, netos. Ela estará lá sempre presente quando eles realmente necessitarem dela, mas ela não vive a vida deles ou somente para eles – principalmente depois que os filhos já deveriam e podem ser independentes. Ela ama seus filhos e marido, se os tiver, mas deixa-os livre, independentes dela e ela independente deles. Mas como não é facil realizar isso (alias, nem é facil compreender isso, gerando muitos mal entendidos), acaba-se misturando e negligenciando um dos lados, muitas e muitos mestres deixaram que se estabelecesse uma idéia mais rígida, limitada sobre isso. E daí se dá que a deusa Ísis, que tinha um par, Osíris e um filho Horus era chamada, na origem de virgem mãe, assim como Maria, mãe do Cristo, chamada também de Teotokos, mãe de ‘deus’. Só uma mulher que ama, que é livre e entregue a sua alma e espírito, que serve a Consciência pode ser divina, mãe, irmã, companheira divina)
E que propósito seria esse? Encantamentos, mágicas, o dom de se transformar em animais, a capacidade de voar (fisicamente) ou de permanecer consciente durante os sonhos, bem como ampliar o leque de percepções visuais e físicas (algo obtido hoje somente com o uso de drogas) eram algumas das “mágicas” que essas mulheres pré-colombianas tinham, segundo Florinda. Uma das mestras da escritora chega a ironizar, no livro, a condição das mulheres hoje diante das pressões culturais para que casem e tenham filhos.
(shakti: estes propósitos citados são materiais e acaba por também levar a um domínio egóico, o despertar de consciência é a finalidade real de orientação desta energia) “Todos os males da mulher foram reduzidos ao que ela faz com seu útero”, dizia essa mestra (também chamada Florinda, e de quem a autora herdou seu “nome tolteca”).
Essa mestra-feiticeira citava um sem-número de informações que, hoje, alguns ginecologistas costumam dizer às suas pacientes nos consultórios, para tranquilizá-las em seus problemas femininos tradicionais: “Cólicas vão desaparecer quando você tiver filhos; seu ciclo menstrual vai se regularizar; você vai dormir melhor; ficará mais equilibrada; sua pele ficará mais bonita.” “Fazer sexo e ter filhos se tornou uma espécie de panacéia universal para todos os problemas da mulher”, dizia a professora-feiticeira. Nada mais errado, segundo ela. Para as feiticeiras, ao reduzir seus problemas ao universo sexual, a mulher (com M maiúsculo) acabou sendo encurralada e reduzida _energeticamente_ na Terra. (shakti: não só sexual, mas também relacional – marido, filhos,…) Como eram videntes, com capacidades visuais supostamente superiores, essas feiticeiras presenciaram relações heterossexuais somente para observar o que acontecia no “corpo energético” da mulher. Florinda relata que as feiticeiras viram que, no momento do sexo, os homens depositam na parede do útero da mulher uma pequena “bolinha de luz”, que nunca mais sairia de lá. Essa “bolinha” funcionaria, grosso modo, como uma espécie de parasita se alimentando da energia mais poderosa da natureza: a uterina, único local fora do cérebro onde é possível criar, numa interpretação mais profunda dessa palavra.
(Shakti: é por aí, mas tem como resolver isso, usa-se técnicas especificas de resintonização focadas e continuas que purificam o útero e resintonizam a mulher a sua feminilidade sagrada. Assim é possível também, agregando com outras técnicas, se relacionar c/ um homem que se ama – fica mais possível não escravizando esta energia. Filhos homens (meninos) também possuem uma ‘ligação’ uterina com a mãe até se ligarem a outra mulher … isso tudo pode ser melhor entendido quando a mulher esta mais receptiva, geralmente realizando alguma prática) Para essa energia masculina (a bolinha) deixar o corpo feminino, diziam as feiticeiras, seria necessário cerca de sete anos de abstinência sexual. No entanto, mesmo as mulheres mais decididas tenderiam a perder essa “batalha”. (shakti: como disse acima, há técnicas de purificação que acelerão em muito este tempo … Quanto a abstinência, se for sem ‘vocação’ para isso só prejudica, pois se houver repressão, ‘auto-pressão’ para esta ‘disciplina’, pode até piorar a situação. Como foi dito acima, o problema está no ‘apego’, nos desejos exagerados, expectativas ilusórias, falta de vontade e propósito espiritual)
“Quando o sétimo ano vai chegando, as mulheres geralmente estão subindo pelas paredes”, ironizava a mestra Florinda. Resumindo sua visão: por verem o útero como um órgão meramente reprodutivo, sem qualquer outra função, e por não se absterem de sexo, as mulheres (*na era ariana*) teriam sido condenadas à submissão cultural e física até o final dos tempos.
(Shakti: ver no início sobre o ‘problema’ ocorrido na Atlantida. Esta foi a causa principal, porém o emocional sem razão, sem propósito e sem amor – que muitas vezes é confundido com o apego é que ‘escraviza’ a mulher. Claro que isso está relacionado a uma certa ‘escravização’ de seu útero, não só por sua própria escolha ou pela cultura e sociedade machista que a influencia, mas também por ‘força energética que ”prende” ‘ sua essência)
Soa uma afirmação machista e derrotista, mas lembrem-se que estamos falando de uma civilização remota, com mais de 7.000 anos, na qual não havia acesso igualitário às informações entre homens e mulheres.
De qualquer forma, trata-se de uma visão parcial e sui generis de comportamento e história pré-colombiana, que só pode ser detalhada com a leitura completa da obra.
Procurada pela reportagem, a editora Record, no Rio, informou à Folha Online que a empresa não tem mais interesse comercial em relançar o livro “Sonhos Lúcidos”. RICARDO FELTRIN (Editor de Cotidiano da Folha Online)
(Shakti: Como foi dito acima em várias culturas este assunto foi tratado e existiam técnicas específicas para reintegrar a ‘energia’ para ‘libertar’ a essencia feminina. Além da sabedoria Tolteca, o Taoísmo, a sabedoria pré-tantrica e até mesmo a sabedoria suméria e egípcia (originada dos Toltecas) tinham suas técnicas que no geral são muito parecidas, modificando em relação a cultura, a época, mas no todo elas são muito parecidas. Infelizmente, por haver certos perigos, se mal aplicadas e por existirem mestres muito ‘machistas’ não se interessam e não se pode ensinar as técnicas específicas para as mulheres. O pouco que é encontrado em livros e internet (a maioria escritos por mestres homens) não deixam detalhes e até mesmo se encontra ensinamentos muito controversos e, que na verdade, ensinam técnicas para que o homem possam aproveitar da energia da mulher enquanto ou depois que a mulher vai treinando a ‘reintegração’ de parte desta energia. Isso é real em ensinamentos de muitos ‘mestres’ da atualidade, muitos bem cultuados…. Também se encontra erros de interpretação ou sei lá qual o motivo que levou a escrever uma técnica que a mulher treina, mas há uma ‘despolarizaçao’ e ela adquire mais energia ‘masculina’ se tornando ‘masculinizada’ e não ‘feminilizada e sagrada’. Porém, isso não é dito pelos autores.) Por isso a ‘Confraternidade Feminina’ (‘Shakti Mandalan’ em sanscrito) manteve em segredo por milênios tais técnicas. Na verdade até mesmo para os homens, ensinamentos sobre a reintegração de ‘energias’ ou ‘essências’ sempre foi secreto, mas já há algum tempo (uns 100 anos) vem sendo mais aberto a leigos, além de que sempre foi mais fácil para o homem ir atrás deste tipo de conhecimento. Para as mulheres isso sempre foi mais difícil, devido a cultura que as ‘prendia’, ‘limitava’, ‘explorava’ (até hoje). No máximo ela podia ser uma minoria num grupo de homens e iria aprender o que eles aprendiam, assim como acontece no yoga, taoísmo, e todos os sistemas atualmente. Fica ainda mantido, guardado os ensinamentos específicos para as mulheres e somente aquelas com muita flexibilidade mental e vontade, livres das convencionalidades ou alguma sintonia pré-existente poderiam chegar a este conhecimento.)
Abaixo deixo alguns outros links para que se comece a entender, este assunto, já que ainda há muita ‘resistência’ em se falar sobre isso. Abra a mente, evite as criticas, racionalizações, radicalismos, apenas leia e deixe para compreender, rejeitar ou aceitar somente quando você puder realmente experimentar o sagrado feminino em sua vida!!
– http://healing-tao.com.br/cultivo-feminino-um-entrevista-com-eva-wong/ http://healing-tao.com.br/o-movimento-regulador-da-energia/
– http://pistasdocaminho.blogspot.com.br/2014/07/entrevistas-com-parceiros-de-carlos_9.html